Honda Civic Type-R apanhado em testes

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A publicação «autoblog.it» apanhou um protótipo do Honda Civic Type-R em testes junto do circuito de Nürburgring, na Alemanha.

Exceptuando o enorme aileron traseiro, é ainda perceptível a falta de agressividade digna de um «Type-R», presumindo-se que estejam apenas a fazer testes ao motor que acolherá.

A motorização ainda não está confirmada, mas é quase certa a utilização de um motor 2.0 turbo com um potência a rondar os 212 cv.

Comentários

  1. markituh121

    É pena termos chegado a um ponto em que os Hondas perderam tudo o que os destinguiam, é muito pouco agressivo, o motor é turbo e uma bosta (vamos sentir falta do K20). Para mim termos chegado a este ponto é desagradável e vai deixar muitos corações partidos, até pode conduzir bem mas não vai ser a mesma coisa… ainda por cima com apenas 212 cavalos.

  2. Miguel Lucas

    markituh121, é uma verdade o que diz, no entanto, a realidade automóvel é bem diferente. Estamos numa fase em que cumprir os níveis de emissões de CO2 é fundamental para um automóvel. E não sei se se recordam mas o anterior Type R deixou de ser comercializado em portugal e noutros países Europeus porque não cumpria essas mesmas normas.

  3. vascorama

    Quando os Honda, principalmente os type-r perderem aquela mística do v-tec a dar o kick, perdem toda a piada a meu ver.
    No entanto vejo aí potencial para ser ainda mais fácil meter cavalos para cima deles, o que não deixa de ser interessante.

  4. markituh121

    Miguel Lucas, eu entendo isso, essa foi a razão pela qual eu no comentário meti “É pena termos chegado a um ponto…” Eu entendo que agora tudo tem que reconhecer certos “standards” de emissões e que voltamos a motorizações com pouca cilindrada por essa razão e diminuimos o número de cilindros de cada motor e metemos um turbo na vez disso, não digo que isso tudo seja mau porque eu quero um planeta sustentável para mim e para os meus filhos quando for mais velho, mas não sei existe um certo desgosto em ver coisas destas a acontecer. Mas não era necessário alterar o estilo de um carro para uma coisa mais branda, um design mais amigo das “pessoas” a agresividade está em falta. A Honda é a minha marca favorita, sempre foi, desde a altura em que o meu pai comprou um eg3, e eu ouvi o ronco do motor e a potência, este foi o carro que me tornou fã dos carros, sim não gosto de perder o motor K20, para um motor com um turbo, mas tem que ser.

  5. jorge costa

    O que dizem o Miguel Lucas e o markituh121 espelha a realidade. Mas, de facto, a Honda poderia manter o carácter que lhe dava tanta alma. Outras marcas têm conseguido, apesar das novas restrições a vários níveis.
    Além de algum trabalho a nível de design poderiam seguir o caminho de usar motores de pequena cilindrada (1400 ou 1600 cc), com turbo e obter níveis de potência que dignificassem a sua tradição – já que usar rotações insanas se tornou impossível com as novas normas. Pegar num 2000 e puxar apenas para uns 212 cv é demasiado “civilizado” para um motor Honda.

  6. markituh121

    jorge costa, demasiado civilizado é dizer pouco, porque para a cilindrada que o motor tem, com turbo poderiamos estar a ver pelo menos 250cvs, a mesma potencia do motor F20C do tão reconhecido s2000, no entanto 212cvs ainda por cima com um turbo num motor de 2000 de cilindrada é muito pouco e não soa muito bem ao ouvido, especialmente porque sem turbo o K20 do Integra type r DC5 e do Civic Type R (japonês) conseguia produzir 225cvs sem a ajuda de um turbo.

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