Fiat 500 (Cinquecento)

Victor Borges | | 0 Comentários | 1072 Visualizações

De certeza que todos conhecem este carrinho que causou impacto na Europa devido ao tamanho minúsculo. Tendo sido desenhado para a família italiana, como sendo o citadino ideal, e é hoje ainda considerado um dos primeiros carros puramente citadinos que obteve um enorme sucesso de vendas. Bem, mas porque este sucesso todo? O que é que este carro tem de especial? Andamento e velocidade não é de certeza. O seu modesto motor de dois cilindros gera uns impressionantes 13 cavalos, vai se arrastando. Faz dos 0 aos 100 em… bem, não chega a ir a 100km/h, quer dizer, talvez a descer chegue lá.

Não vou “difamar” mais o coitado do Fiat. O que este carro tinha era carácter, um carro com alma que cativava os seus milhares de compradores anuais. É um daqueles carros que todos nós gostávamos de conduzir, ou de possuir até.

Lançado em 1957, sendo produzido até 1975, era um carro prático, económico e cheio de estilo. O carro que Europa precisava na altura. O motor era montado atrás à semelhança do Volkswagen Carocha, o que permitia aproveitar o espaço interior ao máximo. Ao longo dos anos foi sofrendo alterações e houveram várias versões, incluindo a versão R (Rinovatta). Esta versão tinha um motor maior, 594cc, feito pela Abarth, dando um potência de 23 cavalos. Nos dias de hoje é uma peça de coleccionador que está cada vez mais difícil encontrar à venda, a um preço acessível.

Cinquenta anos, após o lançamento do Fiat 500, em 2007, saiu a nova versão que todos já conhecemos. Apesar dos avanços tecnológicos, a Fiat tenta manter os princípios base do primeiro Cinquecento: Fiabilidade, Economia, e acima de tudo, um prático Citadino.

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