Criar Diário

Alfa Romeo Mito Quadrifoglio Verde

gymkhana | | 87 Comentários | 12877 Visualizações

  • Marca
  • Modelo
    Mito Quadrifoglio Verde
  • Motor
    1.4 multi-air
  • Cor
    Vermelho Alfa
  • Potência (CV/NM)
    170 / 250
  • Utilização
    Esporádica
  • Quilómetros
    21200
  • Data Matrícula
    12/2010
  • Consumos
  • Urbano
    7.5 l/100km
  • Extra-Urbano
    5.0 l/100km

Sobre o Carro

[1]
Este carro foi comprado pelo principal motivo da sua beleza exterior. Comprei novo porque não havia em segunda mão, e pelo que me custou, não arranjava um Golf GTi com menos de 80000km ou um qualquer Focus RS (vivós impostos nos automóveis).
Problemas mecânicos nada! Embora julgue que a caixa de velocidades se mostre algo sensível e me venha a dar problemas em breve. Problemas de construção: plásticos, qualquer coisa já salta na mala, o porta luvas não vai durar muito, algumas borrachas já querem mudar de posição, não sei quanto tempo terei sem que entre chuva no interior…
Problemas que tive com ele? O nariz é relativamente baixo, eu estava habituado a um Peugeot 206, portanto a borracha “avisadora” já foi com os porcos. Bem, não é bem um problema, é mais um alerta para os outros.
_
Sobre o consumo de 6,8 l/ 100km (quando no Diário de Bordo havia um item com consumo médio apenas), é perante uma média de 3000 km, e sim, faço uma condução maioritariamente económica e sempre que posso longe da cidade. Circular em cidade em trânsito intenso, vai para os 8,5, a 70/ 80 km/h faz 5l, a 120km/h faz 6,5l. Em condução de estrada “abandonada” já consegui fazer uma média de 4,5l/ 100km em 40 km (55/ 70 kmh). Se querem um conselho sobre o start-stop, para este ou qualquer outro até, eliminem-no, o carro consome ao ralenti 0,6/ 0,7 l/h, ou seja, gasta 1 euro à hora, um motor de arranque custa? Já para não falar que ter o turbo a ferver e desligar o motor, é criminoso! Pois como sabem, o que faz com que o turbo não aqueça ou arrefeça danosamente é a circulação de óleo do motor, que eu saiba, é sempre interrompido quando se desliga o motor.
_
Curiosidade, sendo um motor do início do segundo milénio, tem a potência máxima a rotação dos motores dos anos 60/80, o oposto dos motores VTEC por exemplo, ou seja, para fazer um arranque mais rápido possível, não vale a pena deixar a rotação ir além das 5,8 KRpm, e o binário máximo está disponível logo às 2,5 Krpm e o motor corta logo às 6,2 Krpm já sem força nenhuma – só se ouve mesmo o turbo.
_
O maior defeito do carro é mesmo a direcção eléctrica que tem. Um movimento rápido no volante e a resposta só se obtém momentos depois e com velocidade menor, portanto, não transmite segurança de certa forma (existe uma incerteza latente na resposta) e é um tanto desagradável. Talvez não tenha tanto a ver com a direcção, mas este carro não serve, mesmo, para a auto-estrada, é muito difícil mantê-lo em recta, pois precisamos de estar sempre a dar pequenas correcções, porque uma vez mais, o carro quer ir para onde lhe apetece, seja o vento, seja o piso, está sempre a mudar de direcção, é claro que é uma mudança muito ligeira, não se trata de uma direcção desalinhada, e ainda por cima o volante é um tanto “preso” a iniciar um movimento ligeiro, começamos a fazer força, mais força e não mexe, mais um bocado, e zumba, parece que tem falta de óleo – infelizmente não tem, é mesmo assim.
_
Outros defeitos, menores, que encontro no carro são a impossibilidade de se desligar as ajudas electrónicas, nem ESP, nem controlo de tracção, nem ABS (embora nunca tive vontade de desligar este) está sempre tudo ligado, se bem que mais ou menos permissivo consoante a escolha do selector do DNA, que mais valia ter só DN, ou DA… Resumindo os modos, o A (All Weather) o carro faz os possíveis para não derrapar, o torque é aplicado muito gradualmente especialmente quando pisamos o acelerador a fundo, parece que o turbo vai acordando, mas está carregado de sono… o N (Normal) o carro não quer derrapar, exemplo numa rotunda de piso escorregadio está-se a circular a velocidade constante, carrega-se no acelerador a fundo, torce-se o volante para fazer sub-viragem e a resposta é, o motor deixa de acelerar, trava as rodas interiores e pronto, ninguém estraga os pneus e continua a circular bem devagar. Por fim o D (Dynamic) é a opção que serve para deixar os passageiros a vomitar, porque tanto o acelerador como o pedal de travão ficam estupidamente sensíveis (especialmente se estivermos habituados aos outros modos) e em cidade, em paragens e arranques sucessivos, os passageiros vão vomitar tanto que se tem de abrir a porta para escoar algum. O turbo faz overboost, que significa que a economia de combustível é para os poupados: mete toda a gasolina que consegue nos cilindros e da forma mais rápida possível e por essa razão ficamos com o binário máximo de 230 para 250 N.m e com reduzido atraso na resposta do mesmo, a potência máxima no entanto mantém-se. Portanto é um carro distintamente com duas personalidades a nível de comportamento. Talvez venha a surgir uma versão que quando carregamos no D, a suspensão rebaixa, um spoiler traseiro levanta, os retrovisores exteriores desaparecem e a antena se tiver colocada, salta para o chão. Eu pagava por um “tuning” desses.
Também me irrita que no modo N e A (DNA) ele está-me sempre a dizer para mudar para a mudança “melhor”, eu quando quero opinião, solicito-a, não me interessa o ideal, interessa-me estar a conduzir e mais nada. Isto não dá para desligar pelas vias ditas “de acordo com o manual do fabricante”.
_
Em terceiro, colocaria o defeito de se sentir em demasia um autêntico Fiat, até a iluminação do habitáculo é igual à Fiat Ducato… O exterior concordo que seja um Alfa, mas detalhes no interior, o DNA e outras mariquices sem sentido como climatização Bi-zona (de série) que faz sentido quando temos 50 anos, temos um Alfa 164 ou 159, e o nosso conjuge, nesse caso sim, tem algum sentido, mas este carro é para pessoas jovens que ainda querem brincar e não querem que o carro seja estacionado pelo mordomo do Ritz (hehe, que mentiroso que sou), é coisa de carro não dirigido ao Alfista que quer a gama mais baixa, que quer beleza e simplicidade, aliás como outros Alfas são. E o argumento de que a bizona só encarece 30 euros, nem é justificação.
_
Quanto a qualidades,
O diferencial auto-blocante electronicamente “barato”, denominado Q2, que utiliza os travões para transmitir a potência para a roda com mais tracção na roda com menos, é um porreiraço, dá alguns solavancos e não responde instantaneamente nem com a continuidade mais eficaz, mas é um preço baixo a pagar, aliás, um carro com tracção dianteira sem diferencial auto-blocante nem electrónico com mais de 100 cv vai andar sistematicamente a perder energia e a estragar pneus, porque é complicado controlar a patinagem das rodas dianteiras quando queremos acelerar um bocado. Ah e para já, é verdade que em piso molhado, se as rodas começarem a derrapar a acelerar em frente, as rodas saltam um bocado, ponto negativo para as suspensões dianteiras para a potência que o carro tem.
_
O motor tem um som muito bom, mas só acima das 2,5 krpm e abaixo das 4,5 krpm, abaixo do valor mínimo soa a Opel Corsa e acima, só se ouve os efeitos turbulentos do turbo! Sobre as prestações, já abordei o tema, mas acrescento que tendo o binário tão cedo, tem-se um campo trabalho do motor entre as 2,5 e as 5,5 kRpm fabuloso, quem está habituado ao diesel, o meu antigo caso, que normalmente anda entre as 1,8 e as 3,8 kRpm, vai apreciar o extra certamente.
_
Os travões Brembo, (de série para o QV), são eficazes, talvez seja pateguice da minha parte, mas tenho dificuldade em perceber o limite de travagem/ aderência, portanto, frequentemente o ABS queixa-se, talvez seja demasiado sensível, mas aposto que simplesmente sou eu apenas que não consigo sentir, e em travagens de emergência (raras) travo sempre a medo de entrar o ABS *1. No meu carro anterior, eu conseguia perceber facilmente o limite e sabia premir o travão com a velocidade e a força certa, tenho inclusivamente conduzido descalço, mas nada feito.
_
O comportamento em curva, esquecendo as ajudas electrónicas e a direcção eléctrica, é muito satisfatório, logicamente pede tracção às 4 para pisos mais escorregadios e para se poder sair melhor em curva, mas entra e aguenta na perfeição.
É um carro que apenas pesa 1145 quilos, pneus 215, chassis muito rígido, peque um pouco a suspensão traseira (não independente) que salta um bocado nas irregularidades, ainda assim é difícil perder a posterior, até porque a electrónica não deixa e a tracção é dianteira.
_
Para o motor que tem consegue ser muito económico, revisões de 30k em 30k km, os pneus com 10k km, mesmo os dianteiros, ainda parecem novos, julgo que conseguirei levá-los aos 40k ou mesmo 50k.
_
No futuro gostaria de comprar jantes de 16″ (15″ os Brembos não permitem) com pneus mais altos e por isso muito mais baratos para poder levar o carro para os track days e não ficar falido. Embora isso só deva acontecer daqui a alguns anos, porque ainda estou a pagar o carro e além disso não é só meu.
_
Para os passageiros no banco de traseiro, estes sofrem e sofrerão de claustrofobia tendo uma pequena janela lateral e de vidro fixo, tecto baixo, má visibilidade para a frente, mas é espaçoso nos dianteiros. Talvez com tecto de abrir seja mais agradável, mas justifico-me já que não queria gastar mais centenas de euros com uma coisa que é natural que venha a dar problemas e venha aumentar o peso e centro de gravidade – preciosismos talvez. O tabelier é bastante elevado para os carros da mesma classe e portanto, mesmo para o condutor, a visão, especialmente em curva apertada, não é mesmo das melhores. Se o passageiro no “lugar do morto” for do tipo “pássaro” apanha cotoveladas minhas quando meto, 2.ª, 4.ª e 6.ª, porque está próximo de mim e porque eu não meto as mudanças com o pulso, mas com o braço. É possível meter mudanças com o pulso porque o curso da alavanca é bastante curto, mas nada comparado com o GT-86, que julgo que dá para meter mudanças com o dedo, enquanto se come um gelado e se está ao telemóvel a abrir o vidro. O material do tabelier/ portas (o que invoca a fibra de carbono) é fixe, o resto é de plástico rijo, e é plástico rijo, “prontes”.
A aparelhagem de som, bom, devo dizer que também não paguei extra pelo Boose Hi-Fi e também não sei se é significativamente melhor mas é uma treta. Os CDs têm um som pouco nítido e evitem o Blue & Me que vos mete a mer** do logotipo da Microsoft em mais um botão no volante e uma porta USB com uma tampa asquerosa mesmo ainda por cima com o mesmo logotipo, mas imagine-se a cores! Um nojo. Os botões no volante também podiam ir para o galheiro, já que o rádio está mesmo perto do mesmo. O Volante é grande p’a caraças, não se percebe, mas é capaz de dar jeito se a direcção assistida avariar… Também me irrita que quando desligo o carro, ele desliga a aparelhagem, enfim… Tenho é de tirar o sistema de som e não se fala mais nisto.
_
A iluminação exterior é óptima, à excepção dos máximos que não dão lá muita coisa… Refiro-me à iluminação não Xénon, essa não me lembro quando experimentei nos test-drives (à noite também). Desde que comprei o carro que tenho os máximos completamente estrábicos, apontam para o centro a 40 metros do carro, felizmente que quando ligo os máximos os médios não apagam (como acontece noutros carros), se isso acontecesse, já os tinha mandado alinhar, devo estar à espera da inspecção ou de ir contra uma árvore.
A posição de condução é razoável devido especialmente ao volante poder ser ajustado em altura e profundidade, mas o banco não dá muito suporte lateral (dá para o magrinho e para o gordalhão, uma coisa pop…) e o encosto de cabeça, por amor de Deus, obriga o condutor permanecer numa posição inrelaxada. Quando utilizar um capacete, vou ter de andar em insegurança completa, já estou a imaginar… olhar para as pernas ou levar uma passa por trás e partir o pescoço. Partir o pescoço gosto de deixar para os concertos dos Shivers. É incrível como é que isto acontece, talvez melhore as pontuações no crash-test, é o único motivo que encontro, se estivermos cansados e quisermos relaxar um pouco na Auto-estrada por exemplo, não vai acontecer, especialmente quando se gosta de conduzir próximo do volante e quase perpendicular a este!
_
Em breve (aproximadamente três anos) estarei a colocar o carro à venda (não vou nada, este vai ser até morrer *1) e antes (daqui a 3 anos sim, agora 2 *1) vai à Car Detail porque veio com dois hologramas e uns riscos próximo da porta já do stand(só se vê quando se abre a porta), enfim uma vergonha. E porque penso em desfazer-me do carro? Bom, a resposta fica-se por eu não conseguir desligar as ajudas electrónicas, e isso não permite que eu aprenda a conduzir, se não estou a aprender quando conduzo, não estou a evoluir, vou ter pena porque não tenho dinheiro para o 159 com o motor 1750 (dinâmica soberba, posição de condução e volante de Deus e tão bonito). Tive de comprar um carro novo para me aperceber que gosto mais de carros antigos, quando não se quer gastar muito dinheiro. Adoro o Alfa Sprint QV com motor boxer 1.5 com apenas 105 cavalos, mas a sensação que o carro transmite, é que anda muito mais que este, e isso conta muito. Quem não conhece um motor Alfa Boxer a puxar, não sabe o que é prazer ao alcance de todos, também gosto do som do M3 e do Focus RS, mas não tem nada a ver! É uma coisa diferente.
_
_
_
[2]—————-
2011/08/08
Sobre a direcção ainda!
Ainda não encontrei um artigo “científico” sobre esta(s) direcção(ões) eléctrica(s), mas até arrisco dizer que as suas características são propositadas. Porquê? Porque em teoria, nada se ganha com solavancos no volante ou tão pouco a rotação rápida. Não me admiraria portanto, que estas características que tanto abomino, em laboratório se provem ser mais eficazes, eu explico.
Quando vemos um “às do volante” a fazer um drift, as mãos mexem-se depressa, são feitas correcções sobre correcções com movimentos bruscos do volante. Quando vemos o Lewis Hamilton a fazer um drift com o Mercedes SLS, o volante é virado com suavidade, e isso mostra quem é o piloto, o mesmo se passa quando não se quer o carro a derrapar. No rali os áses do volante fazem estes movimentos bruscos, mas isso julgo ter a ver com “a língua da cobra”, o piloto precisa de medir a aderência do piso constantemente.
Pois é, mas trama-me que seja a electrónica a fazer de mim um semi “Hamilton”. O próprio Hamilton que não faz movimentos bruscos ou rápidos no volante, não deve gostar muito disto. O resultado prático comigo e julgo que com a maioria dos condutores e apenas da perspectiva da segurança, é o oposto do positivo e desejável. Talvez quando nos desviamos do cão que atravessa a estrada ou do político que está a inaugurar a passadeira, se poupem vidas, mas quando estamos a procurar divertimento ao volante, o resultado é negro e mortal.
Já soube de muitas críticas às ajudas electrónicas, até nos carros de topo, (ver video McLaren vs 458) por exemplo no McLaren “iPod MP3 123123traço-barra123”, que devido às mesmas, o condutor que tenta corrigir o “erro” dá asneira porque as tais ajudas podem estar a corrigir (não usam o volante) e quando se ajuda com o volante dá-se a sobre-ajuda, ou seja, bye bye Bee Gees. Nunca senti que estivesse na eminência de perder o controlo do Mito, muito provavelmente por ter tracção dianteira, por ter quase sempre a mulher dentro do carro e por ainda não o ter levado ao autódromo.
_
_
_
[3]—————-
2011/08/19
Pois é, às vezes arrependemos-nos de verdade. Não foi este o meu caso.
Ia eu muito quentinho a 40, em aproximação a uma rotunda ao centro com relva, aspersores e ao redor composta por asfalto quente, claro e polido, só mesmo com ligeiro aguaceiro de fim de Verão é que podia estar mais de “derrapido”. Estava ainda eu a pensar para que serviria o “All Weather”, e lembro-me sempre do colega do “meu” vendedor que me “sussurrou” ao ouvido: “com chuva é sempre no A tah?”, ao que eu pensei, o carro será assim tão selvagem? Nem pensar, são os condutores energúmenos. Estão a ver os hooligans que partem montras, violam mulheres, disparam very lights de dia, cospem para o chão à nossa frente e atiram rolos da Scotex para o relvado enquanto falam alto ao telemóvel assuntos que não queremos mesmo ouvir, só porque entenderam que o árbitro deveria ter assinalado uma falta com cartão amarelo? É isso mesmo, esses também conduzem. Certamente seria essa a imagem que eu passei devido à minha apresentação e diálogo quando fui levantar o carro ao stand. !Rotunda, estava no modo A como já tinha referido (não entendia para que servia), e toca a ver o que dá, pimba, “gásada” torce para a direita, “lift-off” torce para a esquerda, e a traseira, nada, aliás, até foi ao encontro do centro da rotunda (ainda não me consegui habituar a isto). Não fiquei contente pelo insucesso da tentativa de enganar o computador, e portanto, frustrado como um eleitor português que sou, acelerador a fundo, torce a direcção (à esquerda), já sabia que não ia derrapar, nem menos ir em frente e partir as jantes no lancil, mas, !bom, conhecem os volantes “Force-feedback” para video-jogos, foi o que aconteceu, o Sr. Fiat Mito em modo A, fez força no volante para eu não o forçar a sub-viragem. hehe, um gajo não ri pela brincadeira, ri com o computador do carro.
Voltamos à infância, queremos meter o arame na tomada, o adulto mete o a mão no nosso ombro e nada feito, não temos argumentos nem força para o demover e a nossa experiência altamente interesante fica adiada. O modo A, corrijo agora, reconheço a função lógica e designa-se doravante: “Não aprendes a conduzir por ti oh besta, eu é que te digo até onde podes ir tah?”.
_
_
_
[4]—————-
2011/08/21 – Dia da aspiração
Hoje foi o dia que finalmente, após 10300 km e quase 9 meses de compra do carro, o vou aspirar pela primeira vez!
Aspirador na mão direita, mão esquerda com dois panos: um tipo camurça sintética para os vidros e outro sem pêlo para os plásticos interiores, para molhar, nada de líquidos brilhantes gordurosos. BAM, entro em choque! Depois da “marquinha” na porta, desta vez, em vez do triângulo branco com o trevo direito, tenho um bocado de adesivo de dupla face cinzento! Como se isso não bastasse, junto ao carro estava uma garrafa de cerveja, o que me deixou a pensar se seria caso para chamar o CSI, desisti.
Aprendi uma coisa importante hoje, se for gamar qualquer coisa num carro, terei o cuidado de estar sóbrio, porque, para além do logotipo, o “amigo” deixou-me a pintura riscada na sua performance, com algo certamente metálico. Não bastava o facto do furto (aqui até se deveria chamar roubo, porque efectivamente há violência para com o carro), e ainda deixa a pintura riscada (até ao primário pelo menos) e isso é que me entristece: a falta de cuidado, o desprezo. Ainda assim espero que isto tenha sido feito por um adolescente e isso é tolerável. Quem não conhece alguém que teve em sua posse uma estrela de três pontas inscrita numa circunferência, que não foi devido a um acidente com o seu Mercedes?
Na minha infância, um amigo do meu pai que tinha um Alfa Sprint, este acho que era o 1.3 boxer, deixava sempre o carro destrancado, eu estranhava, mas até fazia sentido. O problema às vezes não são os ladrões, são mesmo os vândalos que descarregam a raiva naquilo que invejam ou que julgam que lhes faz mal.
Lembro-me também quando estava a encomendar o carro, na hipótese de o carro vir sem os trevos e tal e até vir com as jantes e os aros das ópticas iguais aos de série não QV, como ia passar a maior parte do tempo na rua, queria que ele chamasse o mínimo à atenção, o vendedor prontamente me informou que isso poderia ser feito sem custos adicionais ou sequer marcas. Julguei que isso seria exagero da minha parte e esqueci o assunto.
Muito provavelmente enquanto escrevo este texto, o símbolo esquerdo, aquele que aparece na segunda fotografia do diário, está a ser violentamente arrancado, o que fazer? Nada né? Ora bolas.
O carro estava estacionado num parque de superfície, e como sempre tenho cuidado, junto a um candeeiro para ficar bem iluminado, não adiantou muito, talvez tenha adiado o acontecimento.
Há meses que comprei 4 pernos de segurança, o carro de origem não vem com tal acessório, quando fui substituir, verifiquei que a “chave” tem uma cabeça um ou dois números maior da dos pernos de origem, portanto com a ferramenta que vem com o carro (só tem uma medida), não dá, tenho de arranjar um adaptador ou uma ferramenta extra. Isto só para dizer, que qualquer dia lá vão as rodas. Outro dia poderão ir os emblemas da Alfa, outro os limpa para brisas, e quem sabe, se não levam ainda os travões.
Bom, vou lá fora fingir que vou passear o cão…
_
PS: Miguel Lucas, mais um bocado e apresento mais fotografias e videos 🙂
_
_
_
[5]—————-
2011/08/24 – Viajem a Grândola
Hoje levei o Mito a Grândola.
Na ida evitei as portagens, e como muitos, verifico que a estrada alternativa, numa percentagem berrante, para além de se encontrar em mau estado, tem muitos limites à velocidade máxima: limite de 50 é frequente, limite de 70 é normal, passadeiras a torto.
Na ida fez consumo de 6 litros, na volta fazendo média com a anterior passou para 7 l (mediana de 140 Km/h).
A suspensão traseira é… em mau piso, comporta-se exactamente como o Peugeot 206 que eu tinha, dança e pula, mas dá para aturar. Gostava de salientar que há muitas zonas próximas da berma que têm montes e montanhas, que acredito, serem a causa de morte de muita gente…
Na volta, a pedido de um ser superior que me acompanhou, fui pela Auto-estrada, via que Ele não gosta, paguei 7,2 euros (até Almada) numa máquina automática horrível, embirrante, nada ergonómica e com mau feitio (dá ordens sem pedir favor, aos berros) que além de eliminar postos de trabalho, certamente trás mais despesa ao Estado, quero dizer, a nós felizes e trabalhadores contribuintes. Durante esta viagem, à excepção de uma lomba a poucos kilómetros do primeiro destino, em que o Mito não ia a velocidade excessiva e longe (para baixo) dos 160 km/h, quase levantou voo sem a existência de qualquer sinalização que normalmente anuncia estas adversidades. Como era de noite, e só devia utilizar os médios, que estava a utilizar, julgo que mesmo com os máximos não a teria visto (ainda tem poucos roços de “carters” por lá…) Terá o Angélico capotado por causa duma coisa destas? Talvez. Talvez a sinalização em plena auto-estrada que informa (o perigo) da existência de animais selvagens, (afastem lá os animais das auto-estradas pah) incluía a toupeira que eventualmente provocou a depressão e criou assim a lomba. Pois, antes de bater com o queixo no peito, quase toquei no tejadilho, humm, espera lá. É uma depressão e não uma lomba como referi. Por favor… Vou enviar um e-mail à Brisa a ver o que eles dizem.
_
ps: O consumo médio de combustível que tenho feito passou para 6,9 l/100Km, para média já a rondar os 5k kms.
_
_
_
[6]—————-
2011/09/08 – Os pernos de segurança (Fotografia 3 e 4 adicionadas)
Pois foi! Há vários meses que o meu cunhado, que por acaso é mecânico à séria – fica assim a publicidade anónima – depois de olhar para o carro pela primeira vez me disse: “pah, aquilo não tem perno de segurança” eu fiquei desde esse dia, a sofrer ainda mais! Uma semana depois comprei um pacote de pernos e fiquei mais descansado.
Uma semana, duas semanas e finalmente chegou o dia que me ir buscar a chave de rodas, saquei o perno original, coloco o perno de segurança, aperto com o mão, coloco a chave do perno de segurança no perno de segurança, vou apertá-lo com a chave de rodas e boca, a chave do perno de segurança precisa de cabeça medida 19 e a que vem com o Mito é de medida 16 apenas! Toca a colocar o perno de origem e meses passaram à espera que eu fosse comprar uma chave de rodas de 19.
Hoje antes de sair, fotografei o carro (Fotografia 3) e “Muito bem” – como diz muitas vezes o professor Francisco Aires Mateus – fui à Poliauto ver se adquiria a chave de roda. Encontrava-se esgotada, pedi-lhes uma emprestada e fui todo contente trocar os pernos.
Esta chave tinha braço extensível, portanto, não se deve, eu repito, não se deve apertar os pernos como se tratasse de um camião! Até porque na próxima vez podemos não ter uma destas para além de lixar as roscas, ambas…
Ao final da tarde fotografo o carro novamente (fotografia 4) é um bocado como olhar para “encontre as diferenças”, mas para além da luz e talvez do ângulo, estão lá os pernos novos… Aproveitem e reparem na importância de escolher o momento de fotografar à luz natural.
À noite numa de querer ter a certeza que com estes pernos de segurança (mais pesados que os de origem) a alta velocidade não há vibrações significativas, o carro, hahaha, não anda. A embraiagem gemia, o carro começava a mover-se a 1 km/h depois a 2 km/h, mas quando me desloquei uns 20 cm, ouve-se um “TUM” grave, característico quando damos com o carro noutro. Incrédulo, olho para a frente e vejo que o carro à minha frente está mesmo “longe”, mas mesmo! Marcha atrás, a embraiagem uiui, verifico o travão de mão, completamente destravado, enfim, se calhar há uma treta no passeio e está a bater no carro, saio do carro e de joelhos como se anda em Fátima, dou a volta ao carro, ali mesmo à noite há muita luz, mas nada… Volto para meter primeira e o mesmo acontece, “TUM”. Pronto, já sei, é dos pernos…
Era mesmo.
Contacto o meu cunhado via GSM 2G e não é que ele vinha a caminho para desempanar um Peugeot 206 1.9TDI que o cabo da embraiagem tinha saltado ou partido, a 100 metros dali… Deus existe!
Chegou primeiro ao Mito de Passat (ano 2000) e a chave é de 17 ou 18, ainda não dava, fomos ao Peugeot e chave de 19, Deus existe mesmo!
Sacou-se os pernos de segurança e não é que o dono do Peugeot é o responsável por uma “oficina de pneus” e oferece-se para mos cortar! Deus existe ou pelo menos agora tenho a certeza que me acompanhou este dia! Eu fiz asneira, e Deus estava lá a ajudar-me, etapa a etapa. Bom, falta ir buscar os pernos e ficarei mais descansado.
Brevemente as chaves de 19 chegam à Poliauto, que por cúmulo, soube dois dias depois, vendem pernos de segurança por apenas 18 euros com chave com a medida que me interessa (16)… Deus escreve direito por linhas tortas né?
_
Quilómetros passou para 10900
Alterações na descrição do Interior, Audio, Motor e Exterior (ordem cronológica)
_
_
_
[7]—————-
2011/09/18 – Proposta para referência de consumo!
Apagado
_
Quilómetros passou para 11300
_
_
_
[8]—————-
2011/09/18 – Ainda sobre o sistema de som!
Eu tinha referido que o som que vinha de CDs com MP3 era pouco nítido, pois bem, hoje levei um CD audio e o resultado é o mesmo. Então músicas cantadas é impressionante como não se consegue perceber a letra, e estava a ouvir Os Dias de Raiva, que para quem não sabe, é cantado em português.
Duvido que se o carro tivesse trazido o extra Hi-Fi Boose fosse melhor neste aspecto, talvez até seja o sistema de som do meu carro que esteja com defeito, mas não me vou queixar disto para o stand… Quanto menos geek eu poder parecer aos outros, mais contente fico.
_
Aproveito para fazer uma oferta, espero eu que não seja contra as regras: ofereço um café na zona da grande Lisboa em lugar a combinar (inclui o Ritz), a quem por bem, me informar como poderei desligar os beeps que este carro emite sem que com isso afecte a garantia do mesmo. Refiro-me aos beeps relacionados com o cinto de segurança, para já do aviso de combustível baixo e portas mal fechadas ou abertas.
_
_
_
[9]—————-
2011/10/16 – Rectificação – Manifestação 15 de Outubro
Querido diário no MotoresPT, estive vários dias a pensar na mesma coisa, o post de “2011/09/18 – Proposta para referência de consumo!” era tão imbecil que me obriguei a apagá-lo, hoje, mesmo agora, e espero nunca mais ter ideias nem pensamentos destes. Francamente, o consumo de um carro não interessa para nada, quando claro, pensamos no comportamento, na beleza, na história da marca ou outras coisas tanto ou mais interessantes que estas. Que mania se dá a este aspecto? Humm, ahh, já sei, já há alguns anos que toda a publicidade (pelo menos na UE) obriga informação quanto ao consumo de acordo com a ou as normas do automóvel anunciado, e como a UE decidiu que isso é importante, todos pensamos nisso, isso passou a registo efectivo nos nossos neurónios, mais uma precupação a ter, mas uma preocupação que interessa, hummm, ahh, ao meio ambiente, ao aquecimento global que é importantíssimo (sarcasmos). Num momento de reflexão “sinapsial” (de sinapses) preocupativa, pim, podemos ir parar ao consumo, talvez também às emissões de CO2, como se não bastasse o dinheiro que temos, ou por vezes pior, o crédito em que nos vamos pendurar na forca, devido ao mérito comercial do veículo que desejamos obter na nossa rua ou na nossa garagem, ainda vem a chatice do consumo.
Estas coisas são mais preocupantes quando se compra um bruta BM, por exemplo, com altas extras: brutas ópticas, altas jantes, colunas super hi-fi, bancos com resistências eléctricas e ainda por cima nem devemos fazer 30 000 km por ano, somos contra o GPL (nem sabemos porquê), e compramos motorização diesel! Talvez queiramos que o carro dure 30 anos ou desvalorize o mínimo possível, é isso!
_
_
_
[10]—————-
2012/04/30 – Jantes limpas e ESP
_
Já lá vão sensivelmente seis meses que não actualizava este meu querido diário! Só agora é que consegui arranjar mais qualquer coisa para escrever.
Fiz mais seis mil quilómetros. A dada altura o banco do condutor começou a fazer ruído, especialmente quando carregava na embraiagem e havia esforço lombar, era um ranger de plástico com esponja (coincidência), suficientemente irritante para eu começar a pensar em levar o carro ao Stand, queixar-me dos riscos, do holograma, da qualidade de som e claro, do assento. Escusado seja de referir que não fui, como português que sou, sou passivo, tenho o quadro “o menino que chora” na parede da sala, e detesto reclamar: nem em casa, quando a panela da sopa que serve para toda a semana, continua com duas ou três moscas em decomposição que a varinha mágica não foi capaz de desfazer. Usei a cabeça! Ajustei o apoio lombar, para a frente e para trás. Milagrosamente o ruído desapareceu, por completo! Formidável, foi cá um alívio! Agora já não preciso de dizer a ninguém, que não me estava a descuidar quando carregava na embraiagem e nem tenho de andar com o rádio ligado, é mesmo bom.
Inspirado um bocado na “Car Detail”, há três semanas resolvi limpar as jantes. Comecei pelas traseiras, desmontei-as e tudo. Mas só limpei as detrás, porque quando acabei a segunda, já era noite… Sim, estava a fazer o serviço na via pública! Ah e tal é proibido, bem… Para minha defesa, só usei três coisas: água, pano de algodão e unhas, as minhas! Não ficaram como novas, mas foi fixe aquilo ter ficado sem ferodo, e a 10 metros, ninguém diz que já têm quase 18000 mil quilómetros e que ainda por cima, parte dessa distância, foram conduzidos pela minha mulher, que me diz “Não, nunca, não fui eu, é impossível”, quando lhe pergunto que nova demoníaca raspadela é esta na roda tal (acabada de fazer ou recente). Ainda por cima eu sei que quando estaciono, ajusto sempre o retrovisor lateral, para ter a certeza que não raspo! Detesto jantes raspadas e então quando se vai limpar à mão, a centímetros das jantes, são dores e mais dores. Não aconselho que vós próprios lavem as jantes. Se deixam que o vosso carro seja conduzido pela vossa mulher ou pelo filho recém encartado (filha recém encartada é que nem pensar) e se não forem uns completos remediados, dêem a alguém para fazer esse trabalho. Não compensa, é desgratificante e afecta a relação matrimonial mais do que se possa pensar.
Ontem, como tinha tempo, aproveitei e limpei as dianteiras. Digo que até foi engraçado durante algum tempo, já que as dianteiras são as mais afectadas pelo ferodo, ter as traseiras a brilhar e as outras pretas! Enfim, em menos de três horas tratei do serviço e ainda dei uma limpadela ao de leve e sem desmontar às traseiras, para ficar mais homogéneo.
_
Já me queixei do ESP do carro, especialmente por não conseguir brincar com a traseira e também por não ter opção (a nível de utilizador) de o desactivar. Tive a ideia de aumentar a pressão dos pneumáticos, pois bem.
No manual, salvo erro, diz anterior vazio 2,2 bar, cheio 2,5 bar, posterior vazio 2,0 bar, cheio 2,4 bar. Que fui eu fazer? Carro vazio, anterior 2,2 bar, posterior 2,4 bar. Resultado, nestes dias de chuva depois de haver meses e meses de seca, acho que até deste a última actualização deste diário não choveu, é uma felicidade. Nem em All Weather o coitadinho do ESP consegue domar o carro, em Dynamic então, até fico com sensação que não há mesmo ESP, é mesmo engraçado, então nas rotundas grandes, impecável. Também ajuda o facto de os pneus já terem mais de um ano, e como apanham muito Sol, o vão secando mais cedo e consequentemente perdem atrito. Em travagem não noto grandes perdas, até porque é mesmo raro travar com força, o mais insólito é que a única travagem de quase de emergência que fiz, foi depois de menos de 10 minutos do Stand, precisamente quando não se deve mesmo travar com força! Acho que se tem de ter cuidado nos primeiros 500 kms. E muito cuidado nos primeiros 50… Tenho sorte!
_
As minhas intenções que têm ar de temporário, parecem ser permanentes! Não mexi uma única palha nem para ver se podia aumentar a potência mantendo de preferência o binário e acho que isso é a coisa que não é mesmo possível, isto é, mantendo o mesmo motor. Para motor a gasolina não é muito rotativo e portanto, leva a crer que não vai sei possível. É que 250 nm, mesmo em terceira, a sair de curva… Ainda é um bocado puxado…
_
O consumo médio subiu para 7,3 l/100 km (de 6,9) porque tenho andado mais em cidade, ou melhor, não tenho é feito viagenszinhas, só mesmo viagenzitinhas, mer** para o aumento dos combustíveis e para a redução do trabalho, enfim, um gajo tem é de aguentar.
_
Só preciso de levar o carro para revisão aos 30000 quilómetros, mas quero levá-lo 33% antes, ou seja, 23100 quilómetros, porque embora não esteja em situações de temperaturas ambiente abaixo de zero, o carro tem feito várias pequenas viagens. Vou bater em algumas portas para ver orçamentos, acho que nas oficinas Bosch não perde a garantia e é capaz de ser um pouco mais em conta.
_
_
Quilómetros passou para 17700
Consumo médio para 7,3 (últimos 3 mil quilómetros)
_
_
_
[11]—————-
2012/04/09 – Irmão Multijet
_
Ora muito bem!
Tenho andado a fazer alguns quilómetros e notei uma coisa.
Em auto-estrada vazia… ainda não tinha apanhado, assim de madrugada e tive a ideia de ver quanto é que o bicho estava a dar.
O motor está um bocado habituado a cidade, mas mesmo assim deu para colocar o velocímetro nos 220 kmh, chegou lá rápido, rápido demais talvez. O motor já devia ir muito perto das 6 k rotações, o que indica que é uma caixa curta. Uma caixa que ajuda o arranque, mas prejudica o consumo e alguma velocidade de topo. O carro até tem travões para andar a 250, mas a caixa não o vai deixar. Talvez se colocar jantes de 20 ” com pneus com ainda mais 4 cm de altura… :=) Verifica-se que se trata do tal pistolo, para saltar e uma vez mais se mostra inimigo da AE.
Depois disso estacionei-o ali, ver 5.ª fotografia e dois dias mais tarde, vejam o que apareceu! O irmão multijet! É um carro mais recente, tanto na minha rua como na matrícula, talvez quando conhecer o condutor o convide a criar o DB aqui e porque não, fazer um video a equiparar o arranque e o som de um de outro.
Também já resolvi um problema ergonómico do encosto de cabeça, sem colocar em risco a segurança. Quando tirar fotografia, mostro o resultado.
_
_
Quilómetros passou para 18200
Fotografia 5.ª adicionada
_
_
_
[12]—————-
2012/06/25 – Cinto de segurança, birra – cabeçada, encosto de cabeça e projecto consumo
_
Diário! Descobri na net, num site francês e em francês, (o que valeu foi ter fotografias de todo o processo) de como desactivar o detector de cinto de segurança dos bancos dianteiros (só existe sensor para rabo nestes). Em menos de 5 minutos, desmontando uma caixa sob o assento, e tendo o cuidado de não largar uma descarga electroestática que poderia espoletar os air-bags do banco… desliga-se uma ficha e o problema fica resolvido. Agora, como se pode ver manhosamente na 6.ª fotografia, o condutor pelo menos (sim, não mexi no passageiro, mas dá o mesmo resultado) está sempre “verde” e portanto não apita. Ontem mesmo, aproveitei e fiz alguns quilómetros sem cinto só para desfrutar da liberdade quando o carro não me policia, foi muito agradável, tão agradável que acabei por colocar o cinto mais tarde. Acho que devemos usar o cinto, mas não sempre, especialmente naquelas situações em que durante um casamento no Verão, o carro ficou com os vidros abertos, assim os queremos manter e é preciso colocá-lo do outro lado do edifício da cerimónia, onde há sombra, pois como sabemos o Sol roda em tornos dos objectos da Terra só para nos vir queimar a pintura. Não se pretende de todo passar de Alfa ao pé dos convidados aos BEEPs, nem ter um ar parvo de cinto colocado ou pior, uma treta qualquer para evitar a coisa como colocar no fechadura um cinto de passageiro, é chunga! Há sempre alguém que queira espreitar para dentro do carro ou mesmo convidar-se para ir dar uma volta, para conduzir é que nem pensar, não sou assim tão generoso. Assim eliminando o BEEP do cinto, mais nenhum que não pretenda me assola, pois os apitos para combustível baixo (que dão para desligar no menu do computador de bordo) não me interessam mas uma porta mal fechada, embora apareça num ecrã, dá jeito porque às vezes é a minha mulher que conduz.
_
Há coisa de um mês, ainda mantinha e aliás, mantenho pressão em excesso (de acordo com o manual do carro) nos pneus traseiros. Nesse mês dei boleia no banco traseiro a um indivíduo que peremptoriamente se recusou a usar o cinto. Argumentei que o facto de ele usar cinto, embora o código já não me instaurasse responsabilidade no pagamento de uma coima (em caso de acidente não sei se o condutor não é responsável…) não era para em primeiro lugar para sua própria segurança, mas para segurança da minha mulher que estava à frente deste. Falhei a argumentação, a pessoa é mesmo intransigente e por fim acrescentei quando arrancava, “tu é que sabes, não digas que não te avisei” eu que na argumentação promovi qualquer tipo de ameaça, mesmo.
Estávamos em Linda-a-Velha a caminho da Cril, portanto, fomos por Miraflores. Na última rotunda activei o modo “dynamic”, na recta em subida antes da curva de uns 215º para a faixa de aceleração do IC17, ainda apanho um Skoda grande a “atrasar-me”, ele saiu e meti terceira e o carro lá foi às 5,5 krpm num ápice, numa velocidade considerável, travei bruscamente num pequeno instante, dei uma guinada repentina no volante para meter o nariz para o interior da curva e… Até ia molhando o banco, porque o carro iniciou praticamente um slide de 45º. Só tive o discernimento de tocar ao de leve no acelerador e reduzir a torção do volante para a esquerda (nada de contra-brecagem… que não sou nenhum ás do volante) sei que se travasse ia tornar a trajectória mais difícil ao Mito. Dado não haver qualquer pega no tejadilho e nos bancos traseiros nem puxador para a porta, pela simples razão de não haver porta sequer, enfim, há um ganchinho para pendurar o blazer, mas está bem desenhado ao ponto de não ser “agarrável” por mãos com dedos com mais de 5 milímetros de grossura. O passageiro deslizou, com terror, e quando aterrou já atrás de mim, veio-lhe a dor. Cabeça, ombro, braço, eu sei lá, só se queixou do braço mas o som de uma cabeça contra o plástico rijo é inequívoco até mesmo no interior de um carro a derrapar com as quatro rodas. Nessa altura já ía-mos na Cril, e, como? Eu molhar o assento? Está bem, está bem eu digo – como ia dizendo sobre molhar o assento, e como isto afinal é um Diário (normalmente é pessoal, e por essa razão podemos escrever coisas à vontade, não é assim?), não o ia molhar por causa do slide, até porque já estou um tanto habituado a soltar a traseira, mas porque o limite da curva não é relva ou gravilha que me espera como na generalidade das pistas, tinha ali um rail galvanizado (talvez duplo por causa dos motociclistas… não consegui concentrar-me nesse pormenor visível a mais de 50 metros de distância) que ia naturalmente fazer um guincho com faíscas cintilantes e provocar incisões rudes, dilacerando a pele vermelha do Mito e deixando sabe-se lá quantos orgãos internos à mercê de tudo, que embora não fosse sangrar, ia garantidamente deixar sangue nas lâminas… Pois estávamos a aproximarmo-nos com violência: nos pneus, na suspensão e para já, no banco traseiro, ainda por cima o carro estava relativamente limpo por fora e ia-se notar os estragos tanto ao longe como à lupa (imaginem o que é riscar um carro depois de ter saído de um “estado concurso” da CarDetail, só se vai ver esse risco, o resto do carro desaparece… por minha sorte, bem vamos ser honestos, não tive qualquer sorte, o mérito foi mesmo do chassis e do ESP que conseguiram um resultado quanto a mim, formidavelmente eficiente, não se tratou de perder o controlo do carro, tratou-se também de agarrar toda a aderência disponível naquela velocidade e naquela trajectória numa agressão daquela natureza. Não senti o carro dormente como acontece em modo “Normal” (que há 10000 quilómetros que nem uso) nem “All-Weather” e até fiquei com a impressão de que naquela velocidade, mesmo sem ter dado uma guinada no volante depois de travar, que naturalmente soltou a traseira, mais o facto dos pneus traseiros em sobre-pressão, teria mesmo batido com o carro, a adicionar mais a variável de quanto mais próximo do rail, menos limpo está o piso e menos aderência disponível temos para nossa tragédia. No fim, depois das queixas, só disponibilizei uma mão direita aberta e soltei um singelo “desculpa”, estava arrependido, mas acho que volto a repetir se as circunstâncias também se repetirem, desta vez, um bocado mais devagar, não vá o rail ter-se deslocado. Ver “6.ª fotografia”.
_
Quanto ao encosto de cabeça, mostro a 7.ª e 8.ª fotografias, e as imagens falam por si. (Bom, o encosto na posição “anormal” está um bocado mal quando comparada com a outra, depois substituo.)
_
A 9.ª fotografia tem a ver foi com um projecto que decidi iniciar no Sábado passado, é mais uma pergunta que me surgiu ao atestar no Sábado passado com a gasolina a baixar de preço, depois de ter visto o Diário de Bordo do utilizador brunini24 (http://www.motorespt.com/diario-de-bordo/?diario=582) que é um Mito também Quadrifoglio e ele fez consumo médio de 8,6 l/100Km e isso já é um valor de homem. A pergunta é: qual o consumo médio efectivo (para já aproveito para comparar o computador de bordo, mas fiando no conta-qilómetros) de um depósito (aproximadamente) conduzindo este carro como é suposto ser conduzido? Tirando partido dos travões, tirando partido dos 250 nm e para já, dos 164 cavalos mais coisa menos coisa, já que estou a usar gasolina 95.
_
PS: notei que o novo sistema de adicionar fotografias alterou a ordem, depois tenho de perceber como funciona, pensei que como antes, ia adicionando pela ordem de carregamento.
_
_
Quilómetros passou para 20450
Fotografias: 6.ª (esquema), 7.ª, 8.ª e 9.ª adicionadas
Extras/ alterações:
Motor: desistência da intenção de aumento da potência mantendo binário
Audio: intenção de acabar com beeps – com sucesso – beeps desactivados
Exterior: Mocada gigante por porta cinzenta na porta do condutor
_
_
_
[13]—————-
2012/07/19 – Adição de 2 fotografias do “hack” do encosto de cabeça e dúvida sobre os pneus
_
Hoje vim tratar de adaptar o diário às alterações base dos Diários de Bordo, fazer uma revisão à intervenção [1] e substituir as fotografias do “hack” do encosto de cabeça, para ser mais claro.
_
Efectivamente, a posição do encosto de cabeça (corcunda) é de origem. Felizmente que há uma solução gratuita para resolver a questão, aliás, como já tinha referido, é ver as fotografias.
_
Depois coloquei umas fotografias “cliché” do motor e do turbo. Nada tenho para comentar.
_
Mais interessante para mim a questão dos pneus. Primeiro na 11.ª fotografia mostro um pneu traseiro, de seguida um pneu dianteiro. O traseiro parece-me normal, o dianteiro nota-se um desgaste, quanto a mim, prematuro duma parte lateral do pneu. Se a pergunta que surge é se andei a fazer derrapagens, a resposta é negativíssima.
Adianto que tenho usado os pneus com pressão acima do recomendado no manual (mas ainda assim é recomendável), portanto não é o caso de falta de pressão.
Talvez isto poderia não acontecer mais, se aumentasse (portantom diminuísse para inclinação mais negativa, pois é de origem quase nulo) talvez resolveria a situação, mas já se sabe. À partida essa alteração iria dar mais aderência à dianteira em curva, ia perder arranque em recta, ia aumentar o esforço dos cubos e não vamos esquecer talvez ainda mais importante, é que sem alterar triângulos, suspensões e tudo o mais, não dá, porque simplesmente não é um elemento ajustável de fábrica.
Que é que eu faço, ignoro?
_
_
Quilómetros passou para 21200
Fotografias: 6.ª e 7.ª substituídas, 9.ª à 12.ª adicionadas
Extras/ alterações:
Motor: intenção de aumento da potência mantendo o binário constante a 250 Nm das 2,5 às 6 krpm obtendo assim a potência máxima de 210 cavalos
(remoção): desistência da intenção de aumento da potência mantendo binário
Exterior: Swirls e mais swirls devido a lav c/esponja e papel higiénico para cacas
_
_
_
_
*1 esta nota foi colocada posteriormente.

Aspectos Positivos

  • N/A

Aspectos Negativos

  • N/A

Extras / Alterações

Motor

  • intenção d au/ d potência mantendo o bin const// a 250 Nm até às 6krpm = 210 cavalos

Audio

  • Beeps desactivados
  • Intenção de retirar sistema audio

Interior

  • Intenção de retirar o A/C

Exterior

  • Mocada gigante por porta cinzenta na porta do condutor
  • Quadrifogglio verde direito, nicked
  • Marca preta com 5 cm de porta preta na porta direita
  • Riscos na saia dianteira
  • A antena amovível fora
  • Swirls e mais swirls devido a lav c/esponja e papel higiénico para cacas

Imagens

87 Comentários

  1. Miguel Lucas

    Ora aqui está um excelente report, a todos os níveis. Comprou um carro muito exclusivo, é muito raro ver-se um pela rua.
    Acho que devia ponderar seriamente em não vender. hehe

    Ficamos à espera de fotos do seu carro.

  2. gynkhana

    🙂
    As minha fotografias não são melhores que as que estão colocadas (nem é o QV) mas tudo bem, quando o lavar decentemente… tiro umas instantâneas! Desde que o comprei nunca o aspirei sequer!

  3. Miguel Lucas

    Isso sim é uma preocupação, cada vez temos de ter mais atenção onde deixamos o nosso carro, mesmo a estacionar, o mais afastado dos outros possível.

    tenta ver com alguém de detalhe se não consegue disfarçar bem isso.

    Abraço

  4. Griffkin

    Sem dúvida muito completo! Partilho a opinião de que beleza não lhe falta (aliás, em toda a gama actual da Alfa não consigo encontrar um carro feio) porém há coisas menos conseguidas. Já conduzi um e de facto a direcção é vaga, além do volante ser incompriensivelmente grande. A suspensão não sendo má, é um bocado seca (faz lembrar a s-line da audi) de modo que a potência que chega às rodas é muita vez interrompida à custa disso. Mesmo com a ajuda do Q2 se nota… seria preferível um diferencial mecânico. Quanto ao motor achei-o bastante agradável, embora um folgo extra no final da gama de rotações fosse bem vindo. No final, se era capaz de comprar um? Era, embora fosse para aí a minha 3a escolha.

  5. gynkhana

    Miguel se voltas a pedir fotografias, hehehe, eu tiro-as imediatamente quando vir novo pedido, esteja o carro onde estiver, ou como estiver. Isto é uma ameaça!! 🙂

    Griffikin, eu tive o prazer de experimentar uma 159 com o pack ti (estofos bleble, linhas de cozer a vermelho e mais um ou outro mimo) com o motor de 170 e tal cavalos (diesel). O volante é “pequeno” óptimo, super estupidamente confortável, bem como a posição de condução e a direcção como não é eléctrica, responde como qualquer direcção deve responder. Depois de 1 Km já “arriscava” o que não arrisco com o meu depois de 3000 Kms. Não tem nada a ver. Da Fiat, quero dizer, da Alfa, dos modelos actuais, julgo que apenas o Giulietta e o Mito tenham a direcção eléctrica, embora ainda nunca tenha conduzido o primeiro.

  6. Griffkin

    O Giulietta é pior que o MiTo nesse aspecto… não percebi ainda se é pela suspensão ter regulação diferente, mas a verdade é que a direcção não transmite feedback nenhum. Pegando por exemplo num antigo 147 então a diferença é abissal..
    O 159 só conduzi a carrinha 2.4 JTD-M e achei fenomenal… pena a falta de folgo abaixo das 2000rpm (somado a eu não ser nada adepto de propulsores a gasóleo).
    Actualmente do grupo Fiat a minha 1ª escolha seria o 500 Abarth, seguido pelo Delta (não sei porquê o carro excita só de olhar… embora dinamicamente seja estilo “banheira”).

  7. gynkhana

    MP Farmer, num carro destes discordo. Não acho que seja problema algum, dado ter o motor à frente, ter tracção dianteira e ainda ter cima o “diferencial electrónico”. Não tenho problemas ao sair de curva prego a fundo – é evidente, as electrónicas nem mo permitem – portanto o “problema” fica enterrado.
    Para mim o 147 GTA, que só vi em fotografias e videos, é um bicho fenomenalmente doido e lindo. Por essas razões adoro-o.
    O Focus RS (300 cavalos), também no registo de o conhecer por fotografias, artigos e videos, talvez já fosse carro para tracção às 4, mas não imagino só com tracção traseira.

    Com a electrónica por todo o lado, penso que a mecânica fique de certo modo para um plano menos importante, e ainda com maior ênfase: o plano das mãozinhas do condutor, começa a desaparecer mesmo do plano de um automóvel. Mesmo num veículo com tracção dianteira com 500 cavalos, os ESPs, amigos, irmãos e afins, e até que não exista um diferencial mecânico auto-blocante ou de patinagem limitada, o resultado pode ser um carro altamente “doméstico”, limitadinho, mas qualquer um o poderá conduzir sem problemas!

    Acho que é o RS500 que só a partir da terceira ou quarta velocidade, é que o motor pode debitar a potência total…

  8. gynkhana

    Não uso o A/C para nada, a não ser para desembaciar os vidros que é um bocado mais rápido, mas dá para desembaciar bem mesmo em dias de chuva sem as janelas abertas… Para mim o A/C só lá está para fazer peso e para me preocupar de o ligar de vez em quando, porque me disseram que qualquer sistema de A/C não deve estar parado mais de um mês desde que esteja em pressão.

    Não gosto de calor, mas de A/C ainda gosto menos! Depende como a refrigeração é feita, por exemplo o fresco de uma igreja ou de um edifício antigo é agradável, mas num edifício com grande envidraçados não é, porque o que acontece é que temos o ar frio, mas estamos a receber radiação pelo vidro. Mesmo que o carro tivesse uma cena do tipo tecto, portas, carpetes radiantes, talvez gostasse… Mas isso é coisa de Mercedes 🙂
    Já viajei um dia inteiro ao Sol com máxima de 50ºC à sombra e sobrevivi muito bem, não fiquei doente e é porreiro, recomendo a todos.

    Também não gosto das pessoas a conduzir em cidade com os vidros fechados, da mesma maneira que não gosto de falar com pessoas de óculos escuros, ou mesmo de me cruzar com elas.
    As janelas não podem servir apenas para pagar a portagem e as crianças se atirarem dos veículos!

    Ah e tal na Auto-Estrada dá jeito, pois, o Mito não é mesmo carro de Auto-Estrada. Um Fiat Uno consegue ser melhor na AE que este, mesmo, porque já experimentei! (ressalva para que quando refiro AE, refiro-me estar a conduzir constantemente a 120… é claro que quando é preciso limpar um bocado do motor vou para a AE…)

    Sofagem não digo que não, agora A/C… Já fui avisado que tirar o A/C vai ser complicado porque a energia que alimenta o compressor do sistema, funciona por correia, não é alimentado pela bateria, e por isso ao se retirar o compressor, há uma correia que fica bamba… Ainda assim, já que já desisti de querer vender o carro dentro de 4 anos, hehe, vou ter de averiguar a viabilidade disto, ainda não falei com o representante porque não quero anular a garantia, e se tenho de andar a pagar balúrdios só para ficar com menos 20 quilos no carro… Vou para o ginásio e faço mais exercício!

  9. MiguelGP

    No caso de Grande Punto, é verdade que tem algumas semelhanças nos menus utilizado, e para tirar esses sinais sonoros, Basta desligar os mesmos, ou tirar o volume . Penso que fica a situação resolvida

  10. gymkhana

    MiguelGP, já coloquei o volume no mínimo dos avisos sonoros (sem som), é certo que quando tem pouco combustível já não apita e assim eu estava enganado, mas quanto ao cinto, é só beep 🙂

  11. Miguel Lucas

    Este Diário-de-bordo merece uma vénia!
    Pelo humor, por contar tudo sem qualquer problema, etc etc. Obrigado! hehe

    Grande abraço e vai aparecendo por cá mais vezes hehe

  12. Ivan Carvalho

    Lamento desapontar alguns donos destes carros… Mas digo desde já que quando for necessário mudares a embraiagem disso, vais ter uma verdadeira “dor de cabeça”. Motor desses carros são iguais aos da Fiat Doblo 1.6 multijet (alguns modelos). Na mudança da embraiagem, é necessário também a mudança da Roda-Volante. Posso dizer que o preço da Roda-Volante dá para comprar umas 3 embraiagens. Consultem os vossos mecânicos para mais informações.

  13. MiguelGP

    Atenção, que as revisões são de 30 em 30 mil ou todos os anos … Pelo menos é o que a Fiat/Alfa recomendam .

    Se tiveres uma oficina de confiança, podes/deves lá fazer a revisão , será mais em conta, mesmo na Bosh car service ainda fica uma bela nota …

    Eu constatei com o GP , que a diferença da revisão na marca para a bosh era diferença de 20€ …

  14. Ivan Carvalho

    As revisões na Fiat/Alfa Romeo são muito caras. Meu pai tem uma Fiat Doblo 1.9 JTD comercial e a revisão custou-lhe cerca de 120€. E, lamentavelmente, tão bons e honestos mecânicos que a Fiat Funchal tem que, nem tinham mudado nada.
    Apenas tive a curiosidade de chegar a casa e verificar o filtro do gasóleo e vi-o completamente desgasto e, na segunda vez, quem já foi fui eu e ai mudaram filtros e substituíram todo o óleo a minha frente (pois a sede da Fiat cá na Madeira não deixam os clientes assistirem as revisões/manutenções dos seus próprios veículos).
    Aconselho que procures um outro lugar para fazeres a revisão, pois fazer revisão na marca não é aconcelhável. Os preços são altos e o serviço é, desculpem o termo, “Merda”…

  15. tauros

    boas, pela tua abordagem, estou a ver que gostas de sensaçoes fortes, e nao gostas muito de electronicas, estas como eu!!,já tive um saxo cup, pura adrenalina. deverias tem comprado um clio sport um ou honda civic type r, esses sim sao grande maquinas onde tiras todo o partido do motor sem electronica a interferir.depois tambem dizers que fazes uma condução maioritariamente económica e sempre que posso longe da cidade, entao os desportivos já nao servem para ti.
    depois escreves um testamento por causa do A.C. esta preocupado com o quê. nao o ligas e ponto final.é por causa do peso do A.C., deveria ter isso em conta esse tipo de carro não é desportivo-puro para isso tinhas outros carros, mais leves e melhores performances
    se vais com esse carro para track day vais estragar o carro e nao vais te divertir,vais passar vergonhas compra mas é um 106 xsi ou ax gti que gozas muito mais, isto para track-day.

  16. MiguelGP

    Como é óbvio as revisões na marca são sempre mais caras , mas é para colocarem aquilo que eles recomendam , este bloco deve levar Selénia muito provavelmente , se fores por exemplo a uma midas , eles espetam lá para dentro óleo da Galp … Por algum motivo se paga mais , e não podemos generalizar uma assistência só pq, meia dúzia de pessoas estão insatisfeitas , acontece em todas as marcas e como tal, nunca irá haver consenso

  17. Ivan Carvalho

    Bem visto… Nisso até tens razão Miguel… =)

    Tauros carro pa trackday não há nada melhor que um AE86 ou um Escort MK-I ou MK-II e ainda um Starlet de 86. Isso sim são carros.
    Queres electrónica? Pois até tem electrónica… Para o rádio apenas…
    Fecho central? Pois claro, até tens boa solução: Não abres as outras portas, apenas a do condutor…
    Direcção Assistida? Vai ao ginásio…
    Não queres problemas com Ar Condicionado? Relaxa que nunca terás!

  18. Mfk33

    Este foi um dos diários-de-bordo mais engraçados e completos que já vi. Parabéns e continue o bom trabalho!

    “Também me irrita que quando desligo o carro, ele desliga a aparelhagem, enfim…”
    O carro do meu pai é um Opel Corsa C de 2001 com um rádio Blaupunkt de série e o mesmo permite desactivar essa funcionalidade. Caso o rádio tenha vindo com um manual de instruções próprio leia-o, assim fica a perceber melhor o funcionamento do mesmo (e talvez resolva o problema).

    Relativamente à revisão, pode fazer a mesma em outras oficinas como a Midas (desculpem a publicidade) e outras onde não perde a garantia. É questão de procurar a que faz o melhor orçamento.

  19. megas

    um carrom de 2010 com problemas nas borrachas??? entrar agua?????? o que?? eu já o tinha despachado mase, isso não se admite 2010…. lol… ja tive um range rover com 400.000km e longe desses problemas

  20. gymkhana

    MiguelGP, no manual diz que é de 30 em 30 mil, o “ou um ano” acho que se aplica nos Diesel apenas. O vendedor que me entregou o carro disse-me apenas para ir à revisão de acordo com o computador de bordo, que refere a distância em falta para os 30 mil. No manual é que diz que se deve fazer a revisão mais cedo caso se faça trajectos curtos com alguma frequência e especialmente e/ ou o carro seja posto a trabalhar em temperaturas negativas. Agradeço-te de qualquer forma a nota. Já li o manual mais de uma vez e só não digo o número de vezes, não vá escapar-se-me uma informação básica e todos ficarem a pensar que sou iletrado.

    Ivan custa-me a crer que o Volante do Motor seja assim tão caro e é pena que na troca do disco da embraiagem também se tenha de trocá-lo, se assim é é lamentável!. Este ao contrário do da 159 por exemplo, não tem amortecimento, eu não sei a designação correcta, mas sei que não tem um sistema de absorção de vibração do motor que ajuda no conforto (especialmente num motor diesel), poupa eventualmente o disco de embraiagem e pode ajudar ligeiramente um arranque repentino parado ou uma passagem brusca numa mudança curta. Esses sim calculo que custem bastante.

    Uma revisão de 120 euros não me parece cara, estava à espera que rondasse os 300 € e isto só para troca dos filtros e do óleo. Os níveis do óleo dos travões e da direcção bem como as pastilhas, estão bons.
    Com o meu anterior, o Peugeot 206 2.0 Hdi, tinha revisões de 80€ com factura. (óleo e filtros)
    Eu ando a pensar na revisão na marca ou oficinas que não cortem a garantia por esse motivo apenas. Enfim, também mais 6 meses e a garantia acabou, se calhar não vale a pena.

    Tauros, compreendo-te perfeitamente. Um Civic Type-R embora não tivesse mencionado, passou-me pela cabeça. Mas achei que era a última oportunidade de comprar um carro, pois se fosse hoje, com o preço dos combustíveis, deixava-me estar com o Peugeot… E portanto nessa oportunidade, como também nunca tinha comprado um carro novo e o Mito para mim era a coisa mais linda que havia (e que me era acessível) aliada a outras circunstâncias, olha, deu nisto 🙂
    Faço condução normalmente económica, primeiro porque sou avarento e gosto de ter o consumo médio baixo, depois porque não acelero em cidade onde acabo por fazer muitos quilómetros, depois porque tenho receio das multas de excesso de velocidade, especialmente aquelas que não entendo porque se multa da mesma maneira quando a via está cheia de domingueiros ou está vazia, novamente porque sou um imbecil remediado que ainda está a pagar o carro (e ainda tenho muitas prestações em falta) e confesso também, que conduzir devagar, também me dá um especial prazer (designadamente na cidade, pareço um avozinho tal e qual, mas que não faz subidas a 50 km/h em sexta) e para já, porque quando mais usar os travões, mais pretas ficarão as jantes :).
    Com os pneus com a pressão que meti, a sério que o ESP em Dynamic, nem dou conta… É claro que nunca dei mais de 20º de rabo e por isso já estou muito contente. Quando acabar a garantia e o registo do computador de bordo deixar de fazer sentido (pela mesma razão) então vai-se atacar a fuse box 🙂
    Aceito que seja estúpido comprar um carro com A.C. e depois tirar, porque se o quer vá lá, 10 quilos mais leve. Efectivamente não uso AC, mesmo, mas… Eventualmente não me deveria ter queixado, mas conto-te que antes e comprar este carro, andava com a mania de fazer uma limpeza ao interior, tirar airbags e tudo, mais parvoíces estás a ver?
    hehe, se me derem dinheiro pelo AC, bem, vai na hora e mais, até sou capaz de enfiar GPL, porque gostava de fazer umas viagens pela Europa sem ser a 150 euros em combustível por cada mil quilómetros!
    Track Day, sim, não é o indicado mas também não acho que o vá estragar, enfim, há acidentes. Ele estraga-se é ao Sol, parado e nos buracos das estradas, não num asfalto mais nivelado que uma lago sem vento. Hoje por exemplo há um Open Day no AIA, e gostava de ter ido. É divertido. E até estou de acordo que é mais divertido com um fiat cinquecento ou um 106 xsi ou não, o AX já começo a duvidar 🙂 Agora francamente, se uma pessoa pensa em divertir-se, não pode pensar em passar vergonhas, hehe isso é muito mau.
    Mais, antes de comprar este bicho, andei a pensar em comprar uma 156 vermelha, linda de morrer, a um 147 cup. Os dois juntos era o mesmo preço deste novo. Mas… Achei e acho o Mito tão bonito que me seduziu completamente e claro, onde ia eu meter o 147? Numa garagem dum autódromo? 🙂
    Há compras que não se fazem pela razão e são irracionais, normalmente todas. Aliás, há sempre uma opção melhor, especialmente depois de a termos feito. Há sempre um carro melhor, então quando se compra em segunda mão, a coisa é mais complexa ainda.

    MiguelGP, a marca do óleo é assim importante? E em que nível?

    Mfk33, garanto-te que não encontro esse opção no manual do carro (não havia manual do rádio separado), já vi e reli. Enfim, também não é grave, só o ligo ocasionalmente :). Eu escrevi “irrita-me”, mas não ao ponto de arrancar os cabelos.

    megas, ainda não entra água, calma 🙂 Mas este carro não tem a qualidade de construção de um Audi onde um gajo olha para aquilo, até num Audi 80, e fica todo contente a ver os pormenores para aquilo funcionar e ser montado da melhor forma. Os carros italianos, dão preferência a outras coisas, é um facto.

  21. MiguelGP

    Sim a marca do óleo acaba por importar , um Selénia nunca vai ser um óleo galp . Podem dizer que são a mesma coisa , mas na verdade não serão .

    E neste campo de óleo do motor, mais vale não facilitar , não digo com isto que coloque especialmente e unicamente selénia , pois existem marcas igualmente boas . Por exemplo Castrol , Shell , mas pessoalmente galp, não me inspira confiança .

  22. jprcsilvaa

    Boas! Grande Diário é verdade!
    Andam aí comments sobre os track days.. bom, nunca fui a nenhum, mas gostava de ir. acho que para isso não tens nada melhor que… BMW E30, compras baratos e divertes-te à bruta 😉 Bons kms nisso!

  23. kikas24

    MiguelGP eu explico o porque q a midas poem o oleo da galp por dois motivos 1 existe uma parceria entre midas e galp e segundo trabalham so cm oleo da galp e ao por o oleo no carro tem smp o cuidado de ver se o oleo pra o carro leva alguma expecificaçao
    atençao eu estagiei na midas de carcavelos e tinhamos smp o cuidado de ver as especificaçoes se noutras midas fazem ou n eu n sei mas fica uma dica de todos os centros midas na zona de oeiras e cascais ficam bem servidos em carcavelos

  24. megas

    na minha opinião e pelo o que explicas que queres fazer a esse carro porque não consideraste um clio 182, ou o clio rs? ou com mais umas notitas o megane rs ….. tinhas ainda gti, vtec, type-r muito por onde escolher que pelo que parece, curtes é uns trackdays de vez em quando e são carros muito melhores para esse efeito

  25. markituh121

    Lindo, adoro o design desse carro, é mesmo um 8c em miniatura e compactado. É mesmo um prazer ver um desses nas nossas estradas e o símbolo da autodelta (Quadrifoglio verde) é lindo de morrer e com essa cor, esse símbolo, e essas jantes o carro é mesmo igualzinho a um 8c.

    Parabéns pela “Bella Mácchina” e que dure muitos e muitos anos nas nossas estradas.

  26. gymkhana

    megas tens razão como também o jprsilva tem quando invocou o BMW e30. São opções preferíveis para quem tem o trackday como destino frequente. Para mim é uma coisa muito muito ocasional, ainda só andei em pista duas vezes e nem foi com este carro, no DB refiro que só vou para pista com este quando o mesmo estiver totalmente pago, não porque ache que seja mais provavel ficar sem o carro no autódromo do que a circular na cidade depois de um jogo da “seleção” num Euro qualquer, mas porque matrimonialmente estou proibido.
    De qualquer forma os Renault, salvo excepções, não gosto. Não gosto do aspecto, dos materiais, do som do motor, da suspensão. Enfim, talvez venha a mudar de opinião. O primeiro clio williams é muita giro com as jantes douradas! Gosto do Renault Espace e aquele que é ligeiramente mais pequeno não me recordo do nome, é giro. A Renault está constantemente a fazer carros maus, normalmente quanto mais alta a gama, pior é, é olhar-se para o Renault 25, o Safrane, o Alpine, o 19, o Scénic (anterior ao actual), o Fluence e o Koleos para mencionar uns mais recentes, mas há mais e são demais! Para mim os melhores Renaults que há são os Twingo, tanto o antigo como o novo. A 4L o melhor Renault do mundo!

  27. Miguel Lucas

    esses “beeps” perseguem muito boa gente! São tão irritantes que é impossível não usar. Ou então, usar uma “estratégia” muito falado na altura do acidente do angélico vieira, que é por o cinto por trás do nosso corpo. Mas como disseste, o cinto é muito importante em quase todas as ocasiões. Eu depois de um acidente automóvel que tive, nunca mais consegui andar num automóvel sem o cinto posto.

    Bela imagem representativa dessa aventura! hehe O importante é que nada de mal tenha acontecido e que de certa forma tenhas conhecido mais um bocado do comportamento do carro.

  28. jorge costa

    Desactivar os “beeps”? Porquê??? Supostamente o cinto é para usar SEMPRE. Usando-o não há avisos…
    Já há bastantes anos, quando ainda nem era obrigatório o seu uso nos lugares traseiros, não permitia que alguém fosse atrás sem o encaixar.
    Tive uma discussão algo pesada com uma amiga porque, como ia num lugar traseiro, não queria colocar o cinto.. Só o fez quando praticamente a obriguei. Passados poucos meses ela conduzia a poucos metros de casa, ainda sem o cinto colocado, desviou-se de um cão que atravessava a estrada e embateu numa grande pedra da berma. Foi projectada contra o para brisas e ficou cega de um olho (o carro era antigo e o pára-brisas não era laminado).

  29. megas

    tens uma aversão enorme a renault´s mas é muito facil se algum dia experimentares ou comprares um só te permito um que diga RS na traseira de resto nao serve para ti xD depois mudas de opinião decerteza

  30. gymkhana

    Eu também acho que o cinto de segurança deva ser obrigatório e todos o devam usar sempre e de preferência antes de começarem a circular, senão muita nais gente se magoaria e morreria, já que muitos já são atropelados por causa dos apressados que só colocam os cinto de pois do aviso e dá asneira, em especial homens que não são capazes de executar mais de uma tarefa simultanemanete.
    Estou inteiramente de acordo. Agora, para mover o carro 30 metros dentro de um estacionamento por exemplo, ou se mete e perde-se tempo com o cinto ou uma pessoa tem de se encher de paciência para ouvir beeps, que não é razoável de todo. Também deveríamos cumprir os limites de velocidade sempre, deveria haver um BEEP obrigatório para isso?
    Havia, não sei se ainda há dos novos (o V50 que já conduzir não), uns Volvos que não ligavam o motor se o cinto do condutor e passageiros tivesse colocado. Se alguém tirasse o cinto a meio da viagem, nem sei o que aconteceria, talvez choques eléctricos… Uma parvoíce.

    http://www.milano-torino.net/forum/topic2783.html
    para quem estiver interessado no seu Mito, talvez na Giulietta seja a mesma história! 🙂

    Megas, aversão também é um termo um bocado forte 🙂 Há vários Renaults que gosto, mas actualmente é que me deixam um bocado a desejar e claro, que posso mudar de opinião até mesmo este mês, da mesma maneira que tu também poderás. Já andei e conduzi vários Renaults, então o último foi um Scenic ainda este ano, uns 300 km na Auto-estrada, aquilo é como conduzir uma esponja balançante, até os adultos à frente enjoam, ainda assim prefiro o Mito a 120 na Auto-Estrada, e o Mito a 120 na AE é muito mauzinho mesmo, especialmente sem o “hack” do encosto de cabeça nos bancos da frente.
    Num Megane como o teu, desses ainda não tive o prazer de experimentar, mas pelo que vejo, nem é bonito nem é feio, é um bocado indiferente, talvez só tenha arriscado no desenho do capot (invertido em algumas zonas que dá piada) e o Megane mais pequeno tem um rabo também interessante, mas só mesmo o rabo. Quanto a reputação, os Renaults, acho que ainda todos, como os Citroen, e Peugeot para já, têm tendência para de irem desintegrando, os plásticos, e nem é porque como acontece nos Italianos, aquilo parte-se porque em primeiro lugar tem de ser elegante em detrimento da qualidade, claro, sempre a preço baixo, mas não se parte só porque é feito à chapada. Compara-me com um A3 e conta-me coisas factuais.
    Se tivesse de comprar um Renault antigo, seria um Twingo. Dos novos … não comprava mesmo.

  31. QMaia

    Parabens pelo diário de bordo, é mesmo um diário lol.
    Carro muito porreiro tambem.
    Isso das pancadas e arranhoes infelizmente é a vida em Portugal…

  32. gymkhana

    Foram problemas técnicos com o computador 🙂
    Escrevi tudo, depois como não preenchi que o carro era “gasolina” apareceu mensagem de erro e o texto que escreve bem como outras tantas linhas, foram-se.
    Estou a tratar do assunto 🙂

  33. megas

    espera queres comparar um a3 com a megane? o preço é bastante diferente, não é comparação que se fassa. quanto a teres andado na scenic acho que nem vale a pena falar, é familiar confortavel e para o tamanho bebe pouco, ou seja serve o seu proposito perfeitamente, ou estavas a espera de uma suspensão dura e boa resposta nas curvas de um Scenic????
    Já da minha megane para a scenic vai uma diferença grande, não têm nada haver, tu achas indiferente eu também acho por isso é que a minha está como está em comparação com as milhares que andam em portugal. Para mim a minha é a megane mais bonita que já vi e certamente não é indiferente.
    Quanto aos plasticos se desentregarem, mas que grande exagero que estas a fazer é melhor repensares éssa opinião que não podia estar mais longe da verdade. Se deixares os plasticos quietos e não andares a inventar eles duram uma vida, Saxo cup, 106 gti, clio williams são a prova disso, carros já bem antigos e que eu saiba e pelo que vejo os plasticos estão lá todos e inteiros. Quanto a comparar com a alfa é assim nem me aptece dizer nada , só de saber que andei com medo de ficar com um puchador na mão ou arrancar uma quartela a um mito nem digo mais nada. plásticos duros (só isso já estraga tudo, plasticos duros têm tendencia a secar com o sol e o tempo e a estalar, para não falar de folgas) com qualidade bem bem muito muitissimo inferior á renault, citroen ou peugeot , bem ao menos são bonitos xD

    Se comprasses um renault antigo compravas um twingo????? não entendi sinceramente, são bem resistentes, conduz-se como um brinquedo, mas são horrorozos e bem são uma valente desgraça (para não usar outro termo) para renaults antigos a escolha ainda é bastante alargada , r5 gt turbo, r5 turbo 2 (MAQUINÃO) clio williams, clio rs, Alpine A110, alpine A 310 V6 entre muitos outros.

  34. gymkhana

    Megas, comparo um A3 com um/ uma megane, como tinha referido, na qualidade de construção apenas (é claro que o A3 é mais caro, talvez não seja o melhor exemplo, mas é loucamente melhor construído – resistente).
    Em geral os Renaults de hoje não têm nada que seja formidável, eu pelo menos não identifico, embora tenha ficado muito surpreso e até contente que a Mercedes tenha adoptado motores Renault tanto a gasóleo como a gasolina, tanto “fraquinhos” como potentes, isso quer dizer algo e claro que não espero que seja uma coisa má da Mercedes, mas uma coisa boa das duas marcas. Até porque se este tipo de coisas não acontecerem, tanto a Mercedes, como a BMW acabam engolidas por um grupo Fiat ou VAG, que como sabemos, têm andado a “comer” as marcas. Já não basta todos os carros serem quase totalmente Bosch (electronicamente e não só) como ficarmos também reduzido a menos de meia dúzia de marcas porreiras para o povo em geral. Mas com excepção das versões quase “track-day” do Megane, o que fica?
    Se dizes que o Scenic bebe pouco, enfim, o que conduzi, consumiu bem mais que o Mito (9 litros para ser mais preciso) para a mesma condução e tinha acabado de sair da oficina da Renault ali ao pé do Areeiro, portanto, foi um check (expectavelmente) competente. Era um scenic com alguns anos, 1.6 a gasolina, mas era e ainda é Scenic, acredito que os mais recentes estejam melhores, mas mesmo assim, não me seduzem e nem estou focado no consumo que é conversa que já me aborrece porque estou sempre a cair nela. Para mim um carro familiar confortável do preço e da “era” daquele Scenic é por exemplo o Ford Mondeo carrinha, é tão confortável com excepção de estradas intragáveis, aí concordo contigo, é muito mais firme (eh pah, é desconfortável um gajo curvar e aquilo ter o efeito Citroen 2CV), o Mondeo tem outro prazer de condução, logo na embraiagem, na caixa, na resposta do motor, tudo. E ainda leva a família, bagagem e custa o mesmo.
    A segunda coisa mais importante é que o proprietário esteja contente com o(s) seu(s) automóvel(eis), em todos os aspectos, mesmo que esteja a enganar-se a ele próprio, mas isso é outra conversa que ninguém terá garantidamente paciência sequer que eu a estenda por escrito se é que alguém lê isto até.
    _
    Saxo cup? 106? Só falta o C3 pah! Mas estás a brincar? Botões dos vidros, tampinhas e tudo o mais, tanto no interior como no exterior começa a saltar e a tremer, nem estou a falar dos Woofers huntz huntz, bolas, aí acho que estás redondamente longe da realidade, o que até é bom, mas não é factual. Até nos Fiat, mesmo nos novos é a mesma coisa, no meu vai acontecer o mesmo, por enquanto foi só um plástico que serve de “guarnição” à argola do isofix (cadeirinhas) direito que está na bagageira, já vinha do stand praticamente partido, foi só tocar-lhe e “patiu-se” o ca*rão. Um gajo olha para aquilo e sabe que daqui a mais um mês salta o outro, e daqui a poucos anos vai entrar água entre os vidros das portas (excepto porta da bagageira) e a borracha porque, espero estar enganado, mas é o que já estava mentalizado que fosse acontecer bem antes de ter comprado/ me endividado (hehe), só não é feio de todo quando está montado, é isso.
    Nos Alfas, e o termo “Alfas” é para os antigos (o meu é Fiat a nível de construção e mecânica, completamente) claro que era a mesma coisa, que venha o mais purista dos Alfistas com o seu Alfa, entramos no carro, e está tudo com cola bi-componente estrategicamente oculta em tudo o que é plástico e peças interiores. Nada sequer se pode desmontar, porque está colado, só incendiando o carro ou partindo tudo à machadada que é perigoso porque nos podemos magoar. Claro que num 166 ou nessas gamas não, mas nos Sprint, 33 (não o dos anos 60, naturalmente), 75, 144, 145 é assim. No 147 não sei porque nunca andei num, para grande pena minha, mas talvez o 155 já tenha levado com interior “fraquinho” e vibratório.
    Megas, um Twingo é das coisas melhor desenhadas da indústria automóvel, qualquer revista da história automóvel to mostrará. Aparece mais facilmente um Twingo, não pela potência, nem pela qualidade do interior, mas pelo design e descontracção, nunca te aparecerá um Megane ou um Laguna dos anos 90, é o Twingo o tal. Já o novo twingo, sejamos fracos, para modelo novo, mais vale o Clio.
    O Renault 5 já é uma antiguidade e nunca experimentei, não digo que não, mas posso dizer que o Jeremy Clarkson destruiu por completo (se é que restava alguma coisa) do Alpine. Aquilo não bale nada, nem na altura nem agora. Os Gordinis sim, têm outro valor.

  35. megas

    scenic 1.6 a fazer 9 não é muito estranho é pesado. eu já tive um 106, já andei em cups e c3 e não acho nada disso , a situação das colunas serem ranhosas é bem verdade por isso troquei as minhas , velã numa 3 ainda vém com sistema de som horroroso. Mas plasticos pelo menos no meu 106, carro de trabalho que inclusive morreu ao serviço com 230.000 xD levou muita coça , mas nem consegues imaginar quanta, e os plasticos estavm la todos por incrivel que pareça inteiros dai discordar com a tua opiniao dos plasticos.
    Não sabia que os plasticos da alfa eram colados, fraquinho mesmo, a minha megas parece um puzzle a desmontar é tudo de encaixe, não são grande coisa mas é facil de tirar folgas e barulhos parasitas, como já te disse não admitia a situação das borrachas mas pronto.
    Concordo contigo no mondeo, para mim é o melhor em relação preço qualidade sem duvida.
    Sim o alpine não é o melhor exemplo xD os gordini têm uma historia engraçada. o r5 pode ser antigo mas não te aconselho a meter ao lado de um turbo 2 bem cuidado que vais ficar mal, é carro que já correu no grupo B de rally se souberes o que isso é sabes o que significa.

  36. gymkhana

    230 k km num 106 inteiro, de facto é obra. Nem o comando dos vidros eléctricos se soltou?
    O meu Peugeot com 100 k km já tinha um plástico da porta a sair, o babete a sair (bem, ok, dei um toque num passeio, mas foi um raspãozito), humm, a manete das mudanças acabei por arrancar a amostra de pele que já estava a descolar por todo o lado, o acrílico separador (era comercial) estava todo desengonçado e foi apertado duas vezes, a última tipo à camião já no limite que moer roscas, o volante parecia que tinha estado ao serviço militar por pecorrer 30 km de campo minado em substituição de uma roda sobressalente… Já lá foram quase dois anos, mas de certeza que a lista é muito maior.
    Ah, e luzes, parecia uma árvore de Natal mas só a apagar, porque estavam sempre a fundir, não passava dois meses sem ter de fazer substituições.
    Como vês, só me falas de Renaults de há vários anos, e qual é o Renault de agora que sobressai? O Clio vende a boa relação preço/ aparência/ consumo e por aí, a gama do remediado. Mas de Megane a Laguna racing, um tipo só fica morno.

  37. megas

    estava inteiro e nunca precisou de grandes obras, e nem te passa pela cabeça a coça que ele apanhou, o nosso andou sempre até partir xD foi muita coça mesmo, o desgaste era incrivel sem duvida, o meu nao tinha vidros electricos sequer e a divisão era um ferro com rede logo nao desapertou nem nada que se pareça, mas foi suspreendente a vontade de “viver” dele sem duvida.
    falei de renaults de há varios anos porque foi o que disseste “renault antigo”, não te estas a esquecer do megane RS? lider na sua categoria no nurburgring, se isso não te dá “pica” é melhor começares a jogar no totoloto, melhor já vem com outras etiquetas maiores. Mas tens razão fora o RS a Renault não oferece nada mais excitante isso é verdade, também tens o clio RS muito boa maquina , boas prestações e não te leva a banca rota. Ainda tens o clio V6 grande avião sem duvida.

  38. gymkhana

    O Megane RS ok, é muito eficaz sem dúvida, é o herói da gama dos 40 mil euros, por algum motivo vejo mais Focus RS (vejo mês sim mês não) em Portugal que Meganes RS (só vi um) e o Focus RS já não se vende novo e o Megane RS está sempre “pronto a vender” do stand. Alguma coisa quererá dizer, e não é pelos cavalos porque o Ford foi bastante mais caro. Não conduzi nem sequer entrei em sequer um dos dois, mas quando o interior do RS já não é lá uma maravilha, o interior do Renault é muita feio mesmo ;p, aquilo para uma carrinha de entregas de há 10 anos estaria eventualmente razoável, hoje em dia, uma pessoa olha para o interior de um DS4, e se não derrete é porque acha que os Toyotas são bonitos. A Renault ainda não fez o “click” como o resto dos franceses, se calhar até já disse isto.
    O Clio RS resta-me comparar com o meu:
    Tem mais 30 cavalos mas menos 45 Nm, tem melhor arranque sem dúvida (menos 0,6 aos 100, em algumas recuperações duvido, do género, em sexta a subir de 80 para 160 kmh), mas mesmo a andar devagar gasta significativamente mais (comparando valores de consumo da norma/ fabricante – são pelo menos 2 litros em média), roda sobressalente é um opcional e a porca torce muito o rabo por pagar o dobro de IUC (310 euros) que para um carro pequeno é um abuso de absurdez (mas viva “proteger” o meio ambiente) enfim, motores hoje em dia sem turbo estão condenados, têm uma condução sempre melhor, desde que não seja bi-turbo ou turbo de geometria variável, que no caso do Fiat é não é nenhum dos dois, o turbo às vezes é mesmo chatinho e ainda custar mais 6 mil euros, portanto quem é que vai comprar? Só mesmo tu apaixonado pela Renault não é? 🙂

  39. megas

    lol a esses dados de vendas feitos a olho que nem merecem comentario, tu ves mais focus eu vejo muito mais meganes isso quer dizer o que NADA ABSOLUTAMENTE NADA, trololol
    o interior do RS é praticamente o mesmo que o meu interior, não gostas? azar , há quem goste, gostos não se discutem. O preço é discutivel, são máquinas diferentes, se preferia um clio RS ao teu? mas sem duvida nenhuma, melhor em todos os sentidos menos no preço, muito melhor chassis renault CUP ,é um grande carro sem duvida alguma, adiciona-se um turbo e temos um avião.
    Apaixonado pelo Renault? enganas-te BMW é a minha marca de eleição, diz lá que a alfa é melhor que a BMW…….

  40. gymkhana

    Gostos devem-se discutir, quanto mais e melhor, melhor, deixa-me citar Mulherhomem “Nem sempre duas cabeças pensam melhor que uma”.
    Para pena minha, mas é assim dita o mercado, a Alfa-Romeo já morreu, a pergunta está portanto fora de validade.
    Mas há muitos BMW de que gosto, não do interior que também costuma ser uma desgraça ao contrário por exemplo da Mercedes.

  41. megas

    oh estas a gozar, se falas mal da renault e eu reajo como reajo imagine-se agora falar mal da BMW xD também existe outro ditado “é impossivel agradar a gregos e a troianos” . interiors BMW uma desgraça em que sentido?
    eu sou apaixonado pela BMW sem duvida e admito que a mercedes é uma marca superior, mas não possui o factor agressivo e desportivo da BMW, mas tem mais qualidade principalmente nos diesel, mercedes é marca para 1.000.000km. Mas os 6cil da bmw para mim não há melhor ,M3 E46 é e sempre vai ser o meu carro de sonho.

  42. gymkhana

    Megas se leres o meu DB, eu falo bastante mal do meu próprio Fiat Mito! Há tanta coisa criticável nos Fiat, Fiat/ Alfa, bem como nos BMW, todos provavelmente.
    Por exemplo, do novo série 5 não sei, mas o série 5 que parece um tubarão, o interior é muito pior que o série 1, não tem alma nenhuma, é tão sisudo, com tanta falta de detalhe que uma pessoa só pode ficar deprimida se se concentra naquilo. Claro que nos BMs encontras uma direcção porreira, tracção traseira, equilíbrio, fiabilidade e outras coisas mais. O novo série 5 acho-o bastante bem conseguido.
    Não penso também que a Mercedes seja uma marca superior à BMW. Prefiro muitos mais BMs à venda que Mercedes. Se tiver de optar por ter um na sala de estar, opto pelo SLS sem hesitar sobre qualquer outro BM. Se quiser um para alugar para fim-de-semana e o preço for igual para todos os modelos, talvez apontasse para o 1M.

  43. markituh121

    Gymkhana não te quero desrespeitar mas Fiat Mito??? Esses não chegaram a Portugal que eu saiba… Mas digo, quando o BMW série 1 saiu os interiores não tinham a qualidade BMW porque tinham plásticos fraquitos e tál agora como estão não sei mas penso que melhoraram pelo menos no interior do série 5.

  44. megas

    tava na tanga 😉 também critico a renault, não é das marcas mais fiaveis mas também não é um cancro ambulante xD
    o design do interior dos bmw sempre foi muito sóbrio e funcional, prezam pela qualidade, o design fica um pouco em segundo plano mas também não é feio, mas para quem conduz um alfa todos os dias é dificil de encontrar um rival á altura das espectativas em termos de design. Até te posso dizer um dos maiores defeitos no interior dos bmw que quase ninguem repara, que é a posiçao do ecra do gps, central que quando bate o sol mal se vê , um defeito antigo que só foi corigido a bem pouco tempo. SLS grande carro sem duvida a BM não tem nada que o consiga bater tanto em design como performance é o verdadeiro bicho e então quando se fala em brabus já se fala em agressividade extrema . 1M grande carro, mas tinha que ir para o M3 sem duvida, Eu acho a mercedes superior no sentido de ser uma melhor compra, ou seja é mais confortavel e vai durar mais, mas a BMW tem outros aspectos que considero bem mais importantes,
    Markituh nao acho que os interiores do serie 1 sejam assim tam maus na minha opiniao sao muito bons, não podemos esquecer que é o modelo de entrada na gama da BMW

  45. gymkhana

    Markituh, claro que é Fiat Mito, o motor é Fiat, a construção é Fiat, só o chef designer que não me lembro do nome é que desenhou como fosse um Alfa, já sem esquecer a base ser o próprio Grande Punto.

    Megas, o interior dos BMW muito funcional? 🙂 Vi no Top Gear o Clarkson a mandar vir com o excesso de botões e o joystick com menus e menus intermináveis no M5 (anterior ao actual, o que o Richard Hammond analisou, não me lembro da referência a este aspecto) . Essas coisas do complicado e portanto, menos prático, é coisa que apenas pertencia aos carros japoneses, a mercedes também é botões e opções por todo o lado. O Skyline e o GT-R são botões e botões, o Subaru Impreza que até tive o privilégio de ser conduzido pelo Rui Madeira há 3 anos (só para fazer inveja), é um inferno de configurações só no comportamento dos diferenciais. Faz lembrar as máquinas digitais reflex, um gajo ou tira um curso dos botões, ou então vai saber que não está a conseguir o melhor da máquina porque ou optou por si, ou colocou no modo automático.
    O interior do Mito tem muitas falhas, a começar pelo volante que é simplesmente feio e ainda por cima tem uma falha grave que é arranhar no plástico inferior. Os botões são uma tanga. Mas para o preço que o carro custa, nada mau, teve de ser um volante de série, só mudando o crachá, basicamente. Também não gosto muito dos manómetros, são demasiadamente Fiat no mau sentido, e aquilo mostrar 8 krpm é mesmo para gozar, que o carro não chega às 6,5 krpm sequer. A leitura também é má no velocímetro, quando quero safar-me aos radares é bom que tenha o carro em modo All-Weather a mostrar a velocidade no computador de bordo (em dígitos) porque o ponteiro é tão grosso que vou apanhar multa ou levar com um por trás… Não está nada bem. Ponto positivo é o computador de bordo fazer umas mariquices com uns desenhos engraçados. O rádio também com aquela bola, é parvo, tem botões a mais e é algo que podia ser muito mais interessante, daí que não tenha pena nenhuma em tirá-lo dali para fora. Mais ainda, hehehe, a sofagem também é pouco intuitiva, tenho o carro há quase 2 anos, e ainda não consegui mexer nas coisas sem ter de estar a olhar uns 5 segundos para aquilo. A funcionar mesmo mal é o botão dos piscas de emergência, que está divido com o “trancamento” das portas e ainda por cima com um plástico (bem podia ser retirado). Portanto quando encontro uma pessoa deitada no meio da estrada e estou preocupado em que o ABS não entre em funcionamento, ando a debater os meus sensíveis e delicados dedos no plástico divisor e depois disto, a trancar e destrancar portas e só quando já parei é que consegui meter os piscas, não consigo carregar com eficácia sob stress num botão daqueles, portanto é um FAIL enorme para o Mito.
    A porta do porta-luvas é manhosinha e não tarda faz ruído pulga, para não dizer parasita, quando isso acontecer, acho que o vou selar com esponja. Tem um compartimento “secreto” no tecto deste, mas quando vamos colocar um livro ou algo maior que toque no fecho secreto, aquilo abre-se e o polícia vai-te apanhar o LSD todo que tiveres escondido.

    Em termos de performance, o M5 não fica muito atrás do SLS, custa quase metade, leva 5 pessoas à vontade e ainda bagagem.

  46. megas

    oh é complicado para eles, para a nossa geração aquilo era um mimo, tantos botões para brincar, tantas definições para alterar eles é que não gosta disso «, mas eu acho muita piada a conseguir personalizar o comportamento do meu M5 da forma que eu quiser. Agora com os smartphones e ipads e apps não há quem não consiga mexer nos menus do m5 🙂 Eu gosto de ver TopGear mas eles são muito tendenciosos, o jeremy já se sbe que odeia BMW o May não lhes acha piada nenhuma o unico que gosta deles é o Richard que acaba sempre por ficar com a sua opinião em segundo plano. Mas digo-te é muito dificil arranjar um carro que esteja a altura dos m5 e aquele que eles experimentaram foi o antigo F10 com motor V10 , não foi o melhor mas grande navio de cruzeiro com presas de leão sem duvida.
    Eu só compraria um SLS se tivesse o cachê anual do cristiano ronaldo xD o m5 é uma escolha muito melhor e sinceramente vejo-me mais depressa a andar de m5 num futuro longe do que de SLS sem duvida, mas o SLS é bem melhor, é um carro lindo a mercedes quando apresentou aquele carro criou em mim a mesma sensaçao de ver a Adriana Lima toda descascada numa praia tropical só com dois habitantes eu e ela heheh, é uma carro sem igual, na minha opinião nem lambos nem 458 consegue ser tam belo e que represente tam bem o sentido de “macho” que aquele carro dá.
    Já nem me lembro do interior do Mito que andei mas fogo isso está mau, agora sinceramente estas satisfeito com a compra ou preferias ter investido o teu dinheiro noutra opção? na minha megas bem mais barato que o teu não tenho nenhum desses problemas, o conta é digital (tem um erro de 10km), poucos botões , o botão de desligar o ESP mais valia nem lá estar, o rádio é extremamente intuitivo pode-se controlar tudo pelo volante sem tirar os olhos da estrada, o gps tomtom é o mais simples que há e até hoje acho que nunca perdeu o sinal no meio de uma viagem, tenho agora um ruido no puchador da porta do lado do condutor, mas esse barulho é devido a eu ter montado mal a quartela da porta quando alterei as colunas nada que nao se resolva em 15min. o botão dos quatro piscas está no sitio dele com facil acesso, alias se for a atropelar alguem e travar a fundo eles ligam-se automaticamente, tem compartimentos debaixo dos tapetes para guardar objectos mais valiosos, conforto, segurança, design do interior não é nada de especial mas é aceitavel, com o travao de mao electrico e os controlos do gps e aquele friso por cima do guarda luvas fica bem. Tem um defeito enorme que é o gps não fecha o ecra nem se pode desligar senao fico sem radio, é uma falha grande mas vive-se bem com isso.também já esta resolvido nos modelos novos..muito sinceramente sem ser nada tendencioso e 100% correcto, acho que o unico problema da megane é mesmo falta de POWER de resto está tudo nos conformes e já esta resolvido com os 1.6. Os plasticos nota-se a resistência, é de encaixe o que é uma maravilha para retirar barulhos (os plasticos são um ponto que em nada tem haver com as series anteriores estão muito melhores) Imagina a minha carrinha RS grande avião não? a ford já tem a focus SW RS por isso a renault secalhar tambem vai enveredar por esse caminho.

  47. gymkhana

    Adriana Lima, grande mulher, hehe!
    Sem dúvida que o SLS é uma Top Model e a comparação está muito bem feita, um M5 é mais uma Bitch, então o novo com o som no rádio “sintonizado” com o motor, é como ter silicone e tudo 🙂 É para se gostar, é para se pagar 200 e dar uma volta em Nurburgring com a Sabine aos comandos 🙂 O SLS para mim é mais para se ficar a apreciar numa garagem que muito bem pode ser a divisão mais nobre da casa. Um bocado como a Adriana, não se pode tocar é só para desejar.
    Eu gosto muito do 458 mas enquanto o Ferrari é carro mais de performance para o Boy, o SLS é para o Sir, é outro requinte.

    Já tive um iPhone e um iPad até, já me desfiz deles, agora tenho um Nokia 1100 quase irreconhecível, não fosse a borracha das teclas ser clara porque já nem o “lettering” é visível, é tipo “intuitive touch” 🙂 ou seja, fiquei cansado da complicação que não estava a contribuir para a minha felicidade.

    Cuidado com os “feelings” macho, porque os Mercedes são os carros mais escolhidos por homens homossexuais, e isso é bom, só mostra quanta elegância a Mercedes consegue atingir, nos jipes, nos descapotáveis, e por aí fora. Evidentemente os classe A, B, C e E fora do leque.

    Vamos analisar as coisas pelo papel: que carro custa menos de 27 mil euros novo (aumentou, e ainda comprei com desconto considerável – custou-me 24 e poucos), tem 170 cavalos, travões Brembo, pouco mais de uma tonelada, diferencial electrónico, consegue consumir 5 litros na prática (quando se pretende…), paga 160 euros de imposto anual, tem um ESP que faz com que assassinos e inexperientes não se matem e ainda vem com o teste de alcoolemia no porta luvas do stand? É difícil e olha que nem foi por estas razões “racionais” que o escolhi. Já antes do Mito sair, que andava derretido, praí desde 2006/ 2007 andava a ver as fotografias “paparazzi” com o exterior/ interior dissimulado. Portanto já era paixão. A opção do motor, enfim, tinha um Peugeot a gasóleo, e tinha decididamente ficado desinteressado do gasóleo, nunca andei num 335d também… O motor a gasolina com 135 cavalos gasta significativamente menos, mas não tem o disparo deste, custa praticamente o mesmo, vem com volante todo preto em vez do cinza no plástico, e o plástico macio do tablier é o mais engraçado (tipo fibra carbono) portanto não tive de pensar dois segundos, mesmo com um Qi abaixo da média. Também adorava ter um Focus RS, mas o preço do bicho, mais o imposto anual e o que ele beberia certamente, hoje já me teria certamente desintegrado contra uma parede.
    Portanto, um carro que custa o que este custa, não se pode exigir um volante especial como o do 159, uns bancos com um suporte magnífico, uma suspensão traseira independente, uma direcção com uma resposta irrepreensível, porque com este valor, a Fiat e vá lá a Alfa-Romeo (não sei bem onde) estão mesmo de parabéns. Tenho conduzido com alguma frequência um Polo dos novos, e estando habituado a este sinto uma diferença abismal, na resposta do volante, no equilíbrio, na embraiagem e na caixa, então na caixa… Voltaria a fazer a mesma compra se fosse para comprar novo hoje, mesmo olhando para os Polos todos: GTi, Ibiza e Fabia.

    Pois, já me tinha esquecido que quando travo “muito” os piscas, acendem tipo parvinhos, nos track-day ver Fiats e Alfas dos novos, torna-se ridículo 🙂 Deveria ser uma opção do computador de bordo dar para desligar 🙂

  48. megas

    posso dar dois modelos como exemplo o mini cooper s , clio rs,depois golf gti, leon tsi, leon tfsi, audi TT tantos … tu é que foste nabo e foste comprar um carro novo em portugal ainda por cima com ideia de o vender mais tarde , compraste um alfa esquece o valor residual dele, que vai descer como tudo. Sou adepto de usado em que alguem pague os impostos por mim, cá nunca me endividava por um mito. Com esse dinheiro tinhas comprado um verdadeiro avião por metade do preço.

  49. gymkhana

    O Mini Cooper S é mesmo muito bom, especialmente para o que custa. O chassis então (só experimentei o One D) é mesmo impecável. Não sei se dá para desligar o ESP.
    O Clio já te falei e o “depois” já é outro patamar.
    Efectivamente comprar usado é mais razoável, mas eu estava mesmo apaixonado, e naquela altura, o que havia nos stands em segunda mão, era novo (menos de 200 km) e com extras que não me interessava, para além da cor que eu não queria.
    A ideia de vender mais tarde, sim, escrevi isso há praí um ano (não fui confirmar) mas neste momento tenho essa ideia afastada, não me vou meter a vender este, para comprar um Alfa a sério ou coisa assim (Golf GTi), porque só vou perder mais dinheiro com isso e como gosto que o Banco tenha muito muito dinheiro meu, não me aventuro 😉

  50. megas

    tu é que mencionas-te que um dos pontos mais fortes foi o preço, há por ai muito mais barato e com bem melhores prestações exemplo audi S3 usado lá está, mas para quem tem “muito muito” dinheiro no banco isso não é problema 😀 acho que fazes bem em ficar com ele, como exemplo o jaguar do meu pai que neste momento vende-se por 18 ou 19mil tendo em consideração que custou + de 40mil não o vou vender certamente e ficamos os dois com carros que nos podem dar sempre aquele arrepio na espinha quando conduzimos no modo Sport interno 😉 podias ter comprado melhor, mas também não compraste mal desde que seja para manter, tens ai um bom brinquedo, o problema do teu é “ser fiat” o meu é “ser mondeo” e daí? andam mais e melhor que muitos que por ai andam 😉

  51. MiguelGP

    Cacete, trocar um Italiano por um GTi é que não !!!

    Fica lá com o MiTo que ficas muito bem . O que há mais nas nossas estragas é Golf , ser Gti ou não é igual a muitos outros , enquanto que igual ao teu, não é coisa de se ver muito

  52. QMaia

    Lol trocar um italiano por uma maquina a vapor alema que ja e mais conhecida que o tremoço?
    Fica com o Mito, é um carro bonito e raro de se ver nas estradas.
    E como é motor Fiat, tens a oportunidade de ter um desportivo que nao te bebe tanto…

  53. brunini24

    Olá, tudo bem como e que se tem portado o teu MiTo!?
    Queria saber como eram os teus consumos no inicio quando o carro ainda tinha pouca quilometragem, é que o meu tem 5000 km e o mínimo que consegui fazer foi 7.2!?

  54. gymkhana

    Megas,
    Também estou de acordo que é preferível comprar usado, não estou a ser irónico, é bastante imbecil comprar novo, é que é mesmo! Agora para um gajo ver usados, a escolha é mais difícil ainda :), a não ser que haja uma fascinação apenas. Enfim, depois de comprado, do ponto de vista patrimonial, vender só faz com que se perca dinheiro, se claro, estivermos a ser honestos. Acho que este tema dá para horas de conversa a ter num encontro qualquer que o Miguel Lucas resolva agendar 🙂 Ainda assim, vou falar um bocadinho do S3. Nunca conduzi um, nem imaginei alguma ter, Audi depois do ano 2000, não me consigo lembrar de um sequer que me motive, com excepção do primeiro TT que foi impecável e ainda tive a sorte de andar num. Esta semana passou um R8 por mim à noite, ia apeado, não tivesse estado a “controlar” os carros que iam passando, nem tinha dado por ele, para supercarro desportivo é estupidamente silencioso. Tem um design racing-agressive e depois silêncio… Quero imaginar que era o V8… Se era o V10 Lamborghini, hehehe, tem um silenciador muito eficiente! Quem compra aquilo quer chegar às reuniões de gravata… São assim as coisas. Voltanto ao S3, de repente, em cada 10 Golfs GTi (Golf V, o mais comum) vejo um S3, é um carro um bocado raro, porquê? Ainda preferia o GTi, mesmo com menos potência e só com tracção dianteira. Não terá o S3 cavalos a menos para tracção às 4?
    “o problema do teu é “ser fiat” o meu é “ser mondeo” e daí” já tinha dito aqui (acho) e no teu DB que isso não tem mal nenhum. Tem mal é se não tivesse nada para se dizer sobre.

    MiguelGP,
    Eu fico todo contente quando vejo um Golf GTi, o V como o VI tem um ronco de origem impecável. Está descansado que isso não deve acontecer 🙂

    QMaia,
    Mito um carro raro? Hehe, se o Mito é raro, o teu será espécie única. Só na minha rua há pelo menos 4, sim a rua é grande. Kia Soul nem todas as semanas vejo um e olha que estou sempre a “controlar” os carros.

    Brunini,
    Tudo bem 🙂 O Mito tem estado porreiro, especialmente de mecânica, já que de carroçaria só vou vendo mais e mais agressões malignas!
    Que te hei de dizer? hehehe. Deves conduzir permanentemente em modo Dynamic e sempre a brincar com o overboost do turbo. Pah, é assim mesmo que se conduz, claro, com as devidas precauções que terás certamente.
    Os valores que tenho são fiáveis, porque tenho verificado “manualmente” a maior parte das vezes sempre que atesto o depósito. Já verificaste alguma vez se o computador de bordo está a dar valores correctos? Se sim ou sabes como se verifica salta para o parágrafo seguinte agora mesmo. Eu faço assim: na mangueira X de um posto de abastecimento Y atesto, ao encher primo a pistola sempre a fundo e coloco-a o mais para dentro possível… Ao primeiro “click”, não meto nem mais uma pinga, nem se deve, bem, deixo escorrer os restos que consigo para o depósito para ter mais chances de não pingar a chapa, claro que durante o processo não fico a olhar para o valor de Euros a subir no mostrador para não ficar deprimido, inspiro a fundo e paro de respirar. Pago com cartão tentado não ouvir nem ver o valor na caixa e só expiro quando entro no carro, “pronto, já passou”. Faço reset ao computador de bordo, ando pelo menos 200 kms, pode ser até à reserva também, ou mesmo colocando mais gasolina noutros postos, não tem mal. Mas quando quero o resultado do “teste”, volto a atestar exactamente no mesmo posto e mangueira (X e Y a que fui). Aos litros que agora introduziste e eventualmente outros que tenhas introduzido (tens de apontar com rigor) divides pelo número de quilómetros que fizeste e multiplicas por 100, se der mais de 0,1 de diferença, é estranho e podes queixar-te ao Stand, mas também, vais perder mais tempo que outra coisa certamente. Uma nota, não vale “rolar” o carro sem estar a trabalhar, ele não conta os quilómetros :), estou a referir-me a fazer uma descida de 2 km sem o colocar a trabalhar, só em start-stop (off) é que conta com o motor desligado, nem com a ignição ligada ele conta.

    Não noto diferença quando o carro era novo e neste momento. Se houve diferença, foi tão gradual que depois de quase dois anos e feitos 24 mil quilómetros, não sou capaz de notar. “Estou” quase a fazer a primeira revisão e aí espero notar qualquer coisa, porque o filtro do ar deve estar bastante sujo e assim deve prejudicar o consumo, humm, talvez 0,05 🙂 .

    Outra situação, onde consigo os consumos mais baixos, sem estupidez. Numa estrada tipo nacional “normal”, onde o limite seja 90 kmh, não atravesse muitas localidade especialmente com radares, com pouco tráfego e com pelo menos 20 kms sem grandes descidas e subidas, faz reset ao computador de bordo, tenta manter 60/ 70 kmh sem usar os travões vez alguma, hehehe… ao fim desses kms diz-me a média que obténs. Deverá ser menos de 5 até. Esta é mais difícil do que parece, de nível sem se estar a ganhar ou a perder velocidade no consumo instantâneo vê quanto tens nas mesmas velocidades.

    Fora do âmbito dos testes, tendo em conta que é um motor a gasolina e mesmo até sendo pequeno, a acelerar devagar não se ganha nada em ultrapassar 1500 rpm excepto quando se vai a subir, aliás é o que indica o computador de bordo em modo A ou N.

    Um depósito dá-me para 650 km se andar com calma, contigo dá para?

    Não sei o que mais possa dizer!

  55. megas

    o s3 tem bem cv que cheguem para 4 rodas, e se não chegar não faltam maneiras de aumentar ao contrario de FWD, tem muitas possibilidades

    • gymkhana

      Apenas… Sim dentro do universo das peças o valor é baixo, mas é só um plástico manhoso.
      Achas que vale a pena estar instalado? E para já, sabes se esse valor inclui a montagem? Aquilo é agrafado e não se deve aparafusar senão há o risco de partir o plástico do nariz do carro.

  56. Pedro Aventador

    Gymkhana passei aqui pelo teu Diário de Bordo para ver a maquina. Eu sempre adorei este carro ,leve , design italiano lindissimo, motor potente e turbo comprimido. Um dia quero ver ao vivo esta masterpiece italiana. Abc

    • gymkhana

      Bem-vindo ;), senão fosse o MotoresPT não havia um sistema de Diários de Bordo em Portugal tão porreiro.
      Ainda bem que te agrada, ontem a chegar a casa também agradou a outro que conduzir um Mito com autocolantes por todo o lado a dizer Mito Clube Portugal (esse será mesmo fanático) ou algo semelhante, era de noite e nem consegui ver, como primeiro ouvi uma buzinadela pensei que era a mandar vir enquanto eu procurava um lugar para estacionar (numa via de duas faixas por sentido)…

  57. Joãomelo

    Eu ainda estou nos ínicios da condução, e acho que deve ser muito fixe conduzir um carro que não tenha qualquer controlo eletrónico e saber mesmo conduzir, mas desligar o abs acho que não é necessário… dá sempre jeito, muito jeito acho eu. Já tive 2 ou 3 casos de escorregar a direito, felizmente com muita sorte, e um deles era contra um Leon (fiquei a 30 cms! frente com frente) . É o que dá os rallys com puntos x) Mas pronto eu acho que só queria era ligar o meu ABS! Ahaha, penso que dá muito jeito mesmo. Em relação ao encosto de cabeça, ok que está inclinado, mas pensa no meu. Um bocado de borracha/esponja/plástico ou lá o que é no formato de uma moldura sem nada no meio… Não é assim tão mau, aliás porque já deu para meter melhor 🙂
    (Desculpa-me a ignorância, mas estive a ler alguns registos de consumos e parecem-me ser altos, ou é a gasolina? xD) E são consumos económicos, certo?

    Aqui na zona de Lamego, andava sempre aqui um vermelhinho, tal e qual o teu.
    Topo, um carro muito bonito…!

    Os meus parabéns pelo diário, pq aqui sim, mesmo um diário x) Muito mais elaborado do que o meu. Ainda não li tudo, mas dá gosto ler, aprendo muitas coisas, ao contrário do meu, que apenas dá para rir, ou para chorar! Eu vou seguindo e lendo!
    Um abraço 😉

    • Joãomelo

      Ps. É possível ver o interior? Tenho curiosidade. É uma parte que me cativa muito ver. Se calhar até mais que o exterior. (e tenho curiosidade de ver o botão dos piscas emer. / tranca portas.
      E porquê a intenção de retirar AC e audio? Tirar peso?

      • gymkhana

        O interior vês bem aqui: http://www.netcarshow.com/alfa_romeo/2009-mito_uk_version/800×600/wallpaper_1e.htm
        tens de espelhar verticalmente porque é versão de andar pela esquerda… O plástico do volante em vez de cinza é preto, o pilar/ arco por cima da porta também é preto e os botões de fora do volante, por eu não ter o bluetooth da MicroSorte (azar), é um botão grande para cortar o som e do outro lado para mudar FM/AM/CD….
        Sim, tirar peso de coisas para mim indesejáveis: o AC só ligo de 6 em 6 meses porque dizem que não deve ficar sempre parado ou raramente quando está a chover e quero desembaciar o vidro quando o carro está ainda frio e então mais de 3 pessoas dentro do carro, tenho mesmo aversão a AC, pelo menos dentro da amplitude térmica do nosso querido país, nunca tive vontade de o ligar (para frio) e já atravessei o Alentejo com 40.ºC (à sombra). O Audio, bem, eu não sou amante de rádio, para ouvir CDs, seja de MP3 ou Audio, o som é francamente mau (falta de nitidez) a quantidade de botões e mesmo o desenho do bicho mete medo.
        O AC não dá assim para retirá-lo porque ele não está ligado ao sistema eléctrico do carro, está ligado à correias e tinha de se andar a improvisar uma roda dentada para manter o desenho dessa correia, mas acima de tudo, o gasto e o tempo que se vai ter para ainda por cima desvalorizar o carro ou ter ainda que guardar as peças para mais tarde voltar a montar, é fatigante. Mais a mais para já, que plástico ia arranjar para substituição da zona do rádio? Podia ter o ecrã a dizer o torque e a potência instantâneas e a percentagem de actuação do diferencial electrónico, enfim, palermices. A ficha do DB ainda diz 21 mil km, onde eles já lá vão, já tenho mais de 32 mil, tenho de actualizar, mas hoje não 🙂

    • gymkhana

      Estás como eu. Gostava de ter umas aulas, mas não muito, senão já tinha tido… A desculpa do dinheiro é geralmente forreta.
      Se desligas conscientemente alguma ajuda electrónica, convém abordares o carro com outro cuidado e em determinadas circunstâncias. Por exemplo, andar a fugir da polícia pelo meio do trânsito numa cidade, numa estrada que desconheces ou até em Auto-Estrada a chover torrencialmente sem as ajudas ligadas, é muito mais provavel que dê asneira, especialmente se nem sequer souberes que estão desligadas. Se por outro lado vais a um track-day ou open-day (5 euros 10 minutos no Autódromo do Algarve, impecável) tens uma pista com 20 m de largura com um sentido, o carro atrás de ti mais próximo está a 15 segundos e queres abordar uma curva lenta (50 kmh) que ainda por cima tem escapatórias com a gravilha relativamente longe, então, não dá para dar asneira. Aborrece-me porque é que raio o carro tem de decidir o que fica ou não ligado. Sobre o ABS, sempre que o ABS entra em acção, com excepção de uma situação em que há rodas em cima de PVC molhado e outras em asfalto seco, ou saindo dos testes que nos mostram as maravilhas, rodas em óleo e outra fora dele, trava sempre menos. Mesmo em chuva, sem começas a travar, vamos imaginar, 4 kg no pedal e tens uma travagem de 0,5G, aplicas 6 kg no pedal e começas já a ouvir os pneus a chiar ligeiramente, portanto no limite e tens 0,8G, se carregares 8 ou 30kg no pedal entra o ABS e ficas com 0,6G, menos que a travar no limite. É certo que sem ABS e carregar os 30Kg no pedal com as rodas bloqueadas ainda é pior, mas só para mostrar que nem sempre é melhor ter ABS, então com neve/ gelo os carros que têm botão… dizem para desactivá-lo.
      hehe, acho que o teu encosto de cabeça não te deixa corcunda, acho que foi só a partir do Punto do Giugiaro.
      O carro é a gasolina, e parecem-te altos? Hehe, vai ver o DB do Brunini que tem um carro igual que já vais ver. Eu conduzo quase sempre para os consumos 🙂 Talvez não tenha entendido bem o que querias dizer.
      Obrigado, também já o comecei há muitos muitos meses 🙂
      Abraço

      • Joãomelo

        Andei longe daqui do fórum, venho cá hoje ver as respostas. x)
        Tenho de ir ver o outro DB para ver os consumos.
        Acho que o teu carro por dentro é simplesmente lindíssimo.Pelo menos a parte do volante e painel de instrumentos e mostradores. Fantástico.
        Adorei a explicação do Abs, fiquei mesmo a perceber tudo. Mas acho que dá imenso jeito.
        O encosto de cabeça não deixa corcunda, mas também não se encosta lá a cabeça, à excepção de estar a usar capecete xD

      • gymkhana

        Como descreves o teu encosto de cabeça é como é suposto eles servirem, dado que não estão pensados para se usar com capacete, eu não tenho cabeça a cabeça do alien IV e sem o colocar ao contrário é um desatino. Quando encontrar o meu vizinho do mito a gasóleo, vou-lhe perguntar como anda o pescoço dele… : )

Inicie sessão ou registe-se para comentar.